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Notícias | Dia a dia | Roland Garros
Gulbis: 'Estava tão confiante, que tudo deu certo'
03/06/2014 às 16h24
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Gulbis afirma que felicidade vem com trabalho duro

Foto: Divulgação
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Paris (França) – As semifinais de Roland Garros terão um único jogador que chegou pela primeira vez tão longe em um Grand Slam: Ernests Gulbis. O letão, que despachou Roger Federer e Tomas Berdych em jogos seguidos, enfrentará Novak Djokovic em busca de uma final inédita em Paris.

“Hoje tudo deu certo. Eu me senti fisicamente muito bem, que poderia correr para sempre. Ele não conseguia fazer winners. Estava tão confiante da linha de base, que tudo deu certo”, comentou Gulbis. O jogador de 25 anos reconheceu que Berdych esteve longe do seu melhor, mas não queria deixar o tcheco voltar ao jogo: “Do lado eu esperava um tênis bem estável, poucos erros, nenhum ponto de graça. Mas eu queria estar 100% do primeiro ao último ponto, sem desculpas”.

Gulbis saiu do top 100 no final de 2012, mas fez sua carreira ‘renascer’ e tem grande chance de ser top 10 (basta que Gael Monfils não fique com o título). Mas o letão já está cansado de explicar por que mudou de comportamento: “Já respondi essa pergunta milhões de vezes (risos)”, disse Gulbis, que ironizou: “Eu comia errado. Todo mundo adotou a dieta sem glúten e a minha é total glúten: maionese, batata frita, comida que não é saudável. Esse foi o balanço! (risos)”.

O irreverente e polêmico jogador acredita que o tênis é um dos esportes mais duros, porque exige decisões certas e solitárias. Por isso, ele quis aproveitar o momento que ainda tem vigor físico para atingir o sucesso. “Preciso provar para mim mesmo que posso ser o melhor possível no tênis e depois terei uma cabeça limpa e tranquila quando tiver 35 anos e estiver em uma praia bebendo”, afirmou.

“Demorei um pouco para entender que a felicidade só pode vir com o trabalho duro”, confessou Gulbis, admite ser mais dedicado desde que contratou o treinador Gunther Bresnik: “Só perdi um treino com Gunther, porque eu tive uma noite longa. Liguei para ele às 7h da manhã e disse que não podia treinar e ele entendeu. Foi a única vez. Com os outros treinadores… uma vez eu estava na Letônia para a Copa Davis. Eram oito dias de preparação e eu faltei em cinco. Mas a gente evolui e começa a entender. O primeiro passo é não faltar cinco dias, depois três, dois, um e enfim nenhum. É um processo”.

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