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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Problema no dedo é estranho, garante Federer
21/01/2015 às 09h45
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Federer pediu ajuda, mas fisioterapeuta não achou o problema

Foto: Site oficial
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Melbourne (Austrália) - A atuação consistente do italiano Simone Bolelli por dois sets e um inesperado problema no dedo precisaram ser contornados pelo suíço Roger Federer em sua segunda partida no Australian Open. O cabeça 2 perdeu a primeira série antes de reagir com firmeza, mas encerrou o dia com dúvida sobre o que acontece com um de seus dedos. Seu próximo adversário será o também italiano Andreas Seppi, sobre quem tem 10 vitórias.

"Não sei se é realmente uma bolha, não sei exatamente o que foi, o que é ainda mais estranho e engraçado", comentou a respeito do pedido para atendimento médico que fez ainda no primeiro set. "Sentia uma certa dor quanto tocava o lugar, era uma coisa engraçada. Durante o jogo, a coisa sumiu, mas agora estou sentindo novamente". Ele não quis demonstrar preocupação excessiva com isso, mas irá procurar ajuda. "Vou ver o fisioterapeuta para ver o que podemos fazer".

Além disso, o suíço deu muitos créditos a Bolelli. "Ele já tinha jogado dois bons sets contra mim na Copa Davis. Tem bons golpes tanto de forehand como de backhand, pode usar slice. As condições de jogo estavam rápidas, então está fácil de sacar e difícil de devolver. Não deveria ter sido quebrado (no primeiro set), mas ele estava firme na base. Me senti um tanto sob pressão no segundo set, então estou feliz porque consegui achar um jeito de me sair bem".

Depois da estreia tranquila e uma virada inesperada, Federer acha que tudo caminha bem no Australian Open, torneio em que tem quatro troféus, mas não vence desde 2010. "Foi interessante jogar uma partida de noite e depois uma de dia. Estou feliz por estar na terceira rodada, porque houve momentos contra Bolelli em que ele estava muito bem. É bom reagir numa partida, ganhar três bons sets, jogando de forma positiva. Fiz alguns ajustes, o saque foi muito bem, criei oportunidads".

Questionado se sente diferente na parte física do que quatro ou cinco anos atrás, Federer acha que está ainda melhor. "Não sinto difrença, talvez esteja apenas mais cuidadoso. Na verdade, o corpo parece ainda melhor, mas você precisa ouvir seu corpo. Acho que a parte mental também se torna importante nesse aspecto. O quanto você quer jogar, o quanto você quer ganhar, o que você está fazendo e se está fazendo por bons motivos. Acho que isso é mais importante do que a parte física em si". O suíço garante que o físico não tem nada a ver com seu estilo de jogo: "Não jogo de forma agressiva, indo à rede, com medo de pontos ou jogos longos".

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