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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Raonic: 'É maravilhoso se tornar parte da história'
26/01/2015 às 13h02
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Raonic aprovou despenho com o saque contra López

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - Milos Raonic segue fazendo história no tênis canadense. Nesta segunda-feira, ele se tornou o primeiro atleta de seu país a alcançar três vezes as quartas de final em um Grand Slam desde Robert Powell, que chegou a tal fase em três oportunidades, todas em Wimbledon, nos anos de 1908, 1910 e 1912. Além disso, o atual 8 do mundo é o primeiro canadense a ir tão longe em Melbourne desde Michael Belkin, em 1968.

“Não sabia dessa estatística. É maravilhoso conseguir o que estou fazendo e se tornar parte da história. Mas no fim do dia, eu sempre me exijo mais, me forçando a alcançar novas coisas, pois minha comparação é comigo mesmo”, declarou Raonic, que para ir às semifinais no Melbourne Park terá que superar o número 1 do mundo, o sérvio Novak Djokovic.

Ele sabe que terá um páreo duríssimo pela frente, até porque perdeu os quatro duelos anteriores com Djokovic. Apesar disso, Raonic não se amedronta com o rival das quartas. “Tenho que me preocupar comigo mesmo, fazer o meu jogo e ajustar as coisas de acordo com o jogo”, afirmou o canadense, que tem visto seu jogo crescer nos últimos meses.

“Sinto que estou evoluindo constantemente, fico feliz com o meu time e como estamos trabalhando para ser o melhor possível. Estou me movimentando melhor”, comentou Raonic. Seu encontro mais recente com Djokovic aconteceu na final do Masters 1000 de Paris, no ano passado, quando o sérvio triunfou em sets diretos, perdendo apenas cinco games.

Ao avaliar o embate contra o espanhol Feliciano López, vencido apenas no quinto set, o atual 8 do mundo se mostrou contente com o que fez. “Estou feliz com minha atitude em quadra. Mantive a calma mesmo quando as coisas não estavam funcionando. Não posso reclamar, pois achei o caminho para avançar”.

Raonic terminou a partida com 30 aces, colocou 75% das primeiras bolas em quadra e venceu 74% dos pontos de saque. “Fico feliz por ter cuidado bem do meu saque e de conseguir pressionar o dele, mas não acho que saquei o meu melhor hoje, mas conseguiu uma boa porcentagem de acerto”, afirmou o canadense.

Usando uma proteção no braço desde o Masters 1000 de Miami do ano passado, Raonic explicou que a manga de compressão não é por problemas físicos ou frio. “No começo era por recomendação médica, pois estava com um problema na pele e não podia tomar sol. Nunca senti esquentar tanto e nos dias frios ajuda”, finalizou.

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