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Notícias | Dia a dia | Australian Open
Murray comemora nova final e enaltece Mauresmo
29/01/2015 às 14h13
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Murray tentará o primeiro título em sua quarta final

Foto: Divulgação
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Melbourne (Austrália) - Pela quarta vez o britânico Andy Murray vai disputar uma final de Australian Open. Depois dos vice-campeonatos em 2013, 2011 e 2010, ele poderá enfim levantar a taça do primeiro Grand Slam da temporada. Apesar das derrotas sofridas nas outras vezes que chegou a disputar a decisão no Melbourne Park, o escocês de Dunblane não reclama do histórico que tem no torneio.

“Como estou cercado por caras como Roger, Novak e Rafa talvez não pareça muito, mas é algo que não acontece frequentemente. Claro que perder aquelas finais foi frustrante, mas fazer quatro delas não é fácil, por isso tenho orgulho disso”, declarou o britânico, que despachou o tcheco Tomas Berdych na primeira semifinal, nesta quinta-feira, e agora espera pelo vencedor do duelo entre o sérvio Novak Djokovic e o suíço Stan Wawrinka.

Muito questionado, antes da partida, sobre o fato do ex-parceiro de treinos, o venezuelano Daniel Vallverdu, estar trabalhando agora com Berdych, o número 6 do mundo desabafou. “Vocês quiseram que houvesse tensão. É completamente normal, algo que acontece Sentei aqui e vocês me perguntaram mais sobre Dani do que sobre a partida que havia ganhado recentemente. Vocês causaram essa tensão”.

O britânico tratou também de defender a treinadora francesa Amelie Mauresmo, com quem começou a trabalhar no ano passado. “Todos me perguntaram sobre meu ex-trenador e não falaram nada sobre o que estava fazendo com Amelie Muita gente estava a criticando no fim do ano passado, como se o que eu estivesse jogando fosse sua culpa. Passei duas semanas treinando com ela no fim do ano e tivemos tempo para nos conhecermos melhor ainda”, disse Murray, elogiando sua técnica.

Ao avaliar o confronto com Berdych, ele salientou o melhor início do rival. “Acho que ele começou muito bem na partida. Eu estava um pouco hesitante no início e estava me acostumando com a sua bola. Ele bate muito forte e chapado. Estava um passo atrás do que gostaria, mas no fim do primeiro set já comecei a ser mais agressivo”, comentou o sexto melhor do mundo.

Murray disse que não esperava o tcheco tão sólido da linha de base e destacou sua própria capacidade de adaptação para a virada. “Uma das coisas mais importantes em uma partida de tênis é saber fazer adaptações quando as coisa não vão bem. Quando você vai para o jogo com um plano de jogo e o outro muda tudo, você precisa fazer ajustes. Provavelmente terei que fazer isso no domingo com Novak ou Stan”, comentou.

Sobre as polêmicas das bolas e da virada do primeiro para o segundo set, o escocês de Dunblane foi sucinto. “Foi ele que teve problemas com a bola, não eu”, afirmou Murray. “Não sei o que ele disse, mas falou bem na hora que estávamos nos cruzando. Apenas disse ao juiz que ele tinha falado algo”, explicou o britânico, que voltará ao top 4 depois do Australian Open e poderá ser número 3 do mundo se for campeão.

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