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Notícias | Dia a dia | Roland Garros
Gulbis dispara contra a falta de justica no circuito
28/05/2016 às 11h31
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Gulbis já foi semifinalista de Roland Garros em 2014

Foto: Divulgação
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Paris (França) - Ocupando atualmente a 80ª colocação no ranking, o letão Ernests Gulbis está um pouco distante dos melhores resultados de sua carreira, tendo já chegado ao top 10 e vencido seis títulos no circuito. Esta sua nova realidade o fez analisar as diferenças e afirmar que não há justiça no atual sistema.

Para o letão, a diferença de dinheiro entre os jogadores do topo e o resto faz com que a distância entre eles só aumente. "Eles têm dinheiro para montar uma equipe, pois tudo custa dinheiro: fisioterapeuta custa, o cara que faz massagem custa, o treinador custa", afirmou Gulbis em entrevista ao The New York Times

"É uma coisa muito diferente ter dois ou até três treinadores. Aí você vai e vê jogadores treinando por duas ou três horas sem ter um treinador. Como dá para competir assim? Estamos vivendo em um sistema onde todos são iguais e possuem chances iguais?", pontuou o letão, desta vez falando para o Sport 360.

Gulbis também falou sobre seu rompimento com Gunter Bresnik, treinador que dividia com o austríaco Dominic Thiem. "Eu entendo que às vezes possa ser o segundo ou o terceiro na ordem de interesse de alguém por algum tempo, mas não consigo aceitar que seja assim por metade de um ano ou um ano inteiro", exlicou. 

"Já tenho 27 anos e quer que meu fisioterapeuta fique 100% do tempo ao meu lado, que meu treinador fique 100% do tempo ao meu lado também", complementou o letão, que terá como próximo oponente em Roland Garros o francês Jo-Wilfried Tsonga.

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