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Pliskova duvidava das chances de ser número 1
07/06/2017 às 16h48

Pliskova precisa de mais uma vitória para ser número 1 do mundo

Foto: Divulgação

Paris (França) - A uma vitória de alcançar a liderança do ranking mundial, Karolina Pliskova reconhece que duvidava das chances que teria de assumir o topo do ranking ainda em Paris. Adversária de Simona Halep na semifinal de Roland Garros, a tcheca precisa apenas do vice-campeonato no Grand Slam francês para ser a nova número 1 do mundo.

"Algumas pessoas que me disseram que se eu chegasse à final, eu seria a número 1, mas eu dizia: 'Não tenho chance de chegar na final'. E agora estou perto", disse Pliskova após a vitória por 7/6 (7-3) e 6/4 sobre a francesa Caroline Garcia pelas quartas de final.

A desconfiança tinha como plano de fundo os maus resultados que Pliskova havia conseguido na temporada de saibro. A tcheca venceu apenas quatro jogos no piso antes de chegar a Paris.

"Antes desse torneio eu estava tendo dificuldades com quase tudo no saibro. Eu não tinha as principais armas do meu jogo e minha movimentação era terrível", comentou Pliskova que caiu na estreia em Praga, na segunda rodada Madri e nas quartas em Roma e Stuttgart.

"Não acho que esteja melhor agora, mas de alguma forma eu estava apenas ganhando. Hoje, eu finalmente posso dizer que me senti um pouco melhor em quadra em comparação com os últimos jogos", avaliou a tcheca, que cedeu apenas dois sets na competição.

Pliskova jamais havia passado da segunda rodada em cinco participações anteriores em Roland Garros e não acumulava um bom histórico em Grand Slam. A sorte começou a mudar com o vice no US Open do ano passado e as quartas na Austrália este ano.

"Talvez algumas jogadoras consigam ir longe logo no primeiro Grand Slam de suas vidas, mas comigo foi diferente. Eu tive que primeiro jogar um pouco mais antes que eu pudesse ir mais longe. Foi assim com todos os Grand Slams até agora, até mesmo na Austrália e no US Open demorou algum tempo".

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