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Surpresa em Miami não esconde idolatria por Venus
27/03/2018 às 14h33

Danielle Collins tenta se firmar na WTA após terminar a faculdade

Foto: Divulgação

Miami (EUA) - Apesar dos 24 anos completados em dezembro de 2017, a norte-americana Danielle Collins é nome dos menos conhecidos no top 100 da WTA. Atual 93 do mundo, ela optou pelo caminho universitário, em que foi duas vezes campeã nacional nos EUA, e por isso só agora vem despontando no circuito, com campanhas firmes em Indian Wells e agora em Miami.

Única das quadrifinalistas na Flórida, seu estado natal, que não tem resultados expressivos, como uma final de Grand Slam ou ter já figurado no top 5, Collins se formou em 2016 na Universidade da Virgínia, onde cursou Estudos da Mídia, e aproveitou uma série de eventos nos Estados Unidos para se mostar para o mundo.

Depois de perder na última rodada do quali no Australian Open, ela faturou um título e fez quartas em outro evento da série 125 da WTA e com isso garantiu um convite para Indian Wells, onde chegou nas oitavas, deixando pelo caminho a atual vice-campeã do US Open, a compatriota Madison Keys.

Agora em Miami ela mostra que a campanha no último torneio não foi obra do acaso e já está nas quartas, tendo superado rivais do porte da compatriota Coco Vandeweghe e da porto-riquenha Monica Puig. Seu próximo desafio será contra a também norte-americana Venus Williams, ex-número 1 do mundo e oitava mais bem cotada ao título.

"Vou enfrentar alguém que idolatrei por toda minha vida", revelou Collins. "Tive as melhores semanas de tênis da minha vida e não tenho nada a perder, por isso vou para quadra e darei o meu melhor. Com certeza será um grande jogo", comentou a norte-americana, que com a campanha até agora irá saltar da 93ª para a 66ª colocação no ranking, a melhor da carreira.

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