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Desistência dará a Murray pior ranking da carreira
02/07/2018 às 08h29

Murray vai despencar quase 700 posições

Foto: Divulgação

Miami (EUA) - Ausência de última hora em Wimbledon, o britânico Andy Murray sentirá no ranking o peso da decisão de não defender as quartas de final alcançada no ano passado. Atual 149 do mundo, ele perderá os 360 pontos conquistados na grama do All England Club em 2017, ficará com apenas 20 e por isso amargará uma queda vertiginosa.

Dono de três títulos de Grand Slam, ele cairá pelo menos 682 colocações e vai aparecer no 831º posto na próxima lista da ATP. Murray será apenas o 22º melhor britânico no ranking e terá à sua frente 24 brasileiros.

Ex-número 1 do mundo, o escocês nunca figurou em uma posição tão ruim no ranking de simples em toda sua carreira. A primeira aparição de Murray na lista da ATP aconteceu em 21 de julho de 2003, quando debutou já na 774 colocação, empatado com outros sete jogadores na mesma posição, entre eles o sérvio Novak Djokovic.

Depois disso, o britânico fui subindo e em outubro de 2005 debutou no top 100, de onde saiu somente algumas semanas atrás. Em 2007 veio a estreia de Murray no top 10, que aconteceu no dia 15 de abril. Ele ficou mais oito semanas entre os 10 melhores, mas acabou aquela temporada como o 11º do mundo.

Já na primeira lista de 2008, Murray retornou ao top 10 e por lá ficou até 2014, quando saiu daquela faixa em setembro, ficou cinco semanas fora e já voltou. Dois anos depois veio o ápice, chegando à liderança pela primeira vez no dia 6 de novembro. Ele foi o número 1 do mundo por 41 semanas e é o 14º maior da história, logo atrás do catarinense Gustavo Kuerten com 43 semanas.

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