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Especialistas dão valiosas dicas para o US Open
09/08/2018 às 14h56

US Open fica no parque de Flushing Meadows

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) - Sol, calor, muita música e uma multidão de fãs de tênis invadem Nova York entre os meses de agosto e setembro. Nesse clima contagiante acontece o último Grand Slam da temporada, que chega para aquecer ainda mais o verão nas quadras rápidas norte-americanas. O maior evento de tênis do mundo impressiona todos que pisam pela primeira vez no complexo Billie Jean King National Tennis Center, em Flushing Meadows.

A experiência de viver de perto as emoções de um grande torneio traz uma percepção e um olhar mais apurados. E nada mais gostoso do que desbravar novos territórios, especialmente os do tênis, não é? Se for em Nova York, melhor ainda!

"No US Open tudo é grandioso: o complexo, a quantidade de público, as quadras e a festa que rola antes, nos intervalos e depois dos jogos. A estrutura impressiona", explica Lúzio Ramos, CEO do MundoTênis Tours, que há anos tem levado brasileiros aos melhores torneios do calendário e em 2018 acompanhará com sua equipe cerca de 800 clientes durante o Slam americano.

Flushing Meadows maravilha pela imponência dos três estádios: o Arthur Ashe, maior estádio de tênis do mundo; o Louis Armstrong, que será reinaugurado este ano também com teto retrátil; e a reformada Grandstand. "É especial assistir a uma bela partida em qualquer uma das diversas quadras secundárias, bem de pertinho. Dá para sentir a energia no ar", ressalta Ariana Brunello, jornalista e executiva de hospitalidade do MundoTênis.

Nesses estádios, geralmente jogam os top 10 ou os ídolos americanos, e apenas no Arthur Ashe os lugares são marcados. Nas demais quadras, senta-se por ordem de chegada. Diferentemente de Wimbledon e de Roland Garros, os jogos são divididos em sessão diurna e noturna. Normalmente, sempre acontecem grandes partidas à noite no Arthur Ashe, embora não seja regra. Há tantos bons jogos, ao mesmo tempo, em quadras diferentes que, às vezes, fica difícil escolher.

Para Lúzio, existem dois momentos no US Open: "A primeira semana, incluindo o primeiro fim de semana, porque acontecem muitos jogos em todas as quadras. Os tickets são a preços acessíveis e é ideal para quem quer conhecer o torneio, indo de quadra em quadra, vendo um grande número de jogadores. Nesta semana, vale a pena comprar o ingresso para a sessão diurna no Arthur Ashe e ficar até a noite. Não é necessário sair do complexo ao terminar a sessão do estádio. É possível ainda assistir até ao último jogo nas demais quadras", conta.

"Já na segunda semana do torneio, quando estão apenas os 16 melhores de cada chave em ação, os jogos começam a ficar restritos às principais quadras. Então, o ideal é ter tickets de duas a quatro sessões seguidas, preferencialmente em bons lugares no Arthur Ashe, para ter certeza de que verá o seu jogador favorito. Nas rodadas finais, os ingressos também vão ficando mais caros. Na final masculina, o os valores variam de aproximadamente US$ 200, nas arquibancadas superiores, a US$ 6.000 nas primeiras filas. Mas, não importa a rodada, compre com antecedência para não correr o risco de ficar sem ingresso". alerta o experiente executivo.

Outra dica é não esquecer o boné e o protetor solar porque o sol do verão norte-americano é de rachar! Não é à toa que o por-do-sol no complexo Billie Jean King é o mais lindo do circuito.

Para se refrescar, nada melhor do que um bom drinque. Além das clássicas limonadas aromatizadas em diversos sabores, outra bebida faz parte do menu nos bares do complexo desde 2007 e é sucesso absoluto entre o público: o Honey Deuce. Coquetel criado por Nick Mautone, mestre mixologista da Grey Goose, é feito especialmente para refrescar as altas temperaturas e a umidade em Flushing Meadows nessa época do ano.

A bebida é vendida dentro do Arthur Ashe Stadium e no Grey Goose Bar, localizado na praça do complexo. No copo estão os nomes de todos os campeões do US Open, entre homens e mulheres, desde 1968, e são vendidos cerca de 60 mil coqueteis durante as duas semanas do torneio. Já virou tradição. Quem está no US Open faz questão de experimentar esse drinque tão famoso e, claro, levar o copo de lembrança na mala.

O Boulevard Gourmet será outra novidades do torneio neste ano. Uma nova e completa área de alimentação com diversas opções de comidas e sanduíches completa o ciclo de renovação do complexo, que se iniciou nos últimos três anos e faz do US Open um dos torneios mais modernos do circuito.

Um giro por Nova York

O MundoTênis Tour leva os amantes do esporte ao US Open desde 2012 e, neste ano, conta com uma operação de peso no segmento: 800 clientes do país inteiro vão curtir o que há de melhor no último Grand Slam da temporada. "Uma equipe de especialistas no assunto cuida de cada detalhe para proporcionar uma experiência única e muitos privilégios para o cliente. São várias opções de pacotes e hospedagem pelos melhores preços, nos lugares mais privilegiados das quadras e estádios, nas categorias Promo, Prime e VIP", destaca Ariana. "Uma assessoria completa, de acordo com o perfil de cada cliente, também oferece dicas preciosas do torneio e da cidade, garantindo todas as facilidades para fazer da sua viagem um momento inesquecível".

Em uma viagem para o US Open, aproveita-se cada minuto, pois Nova York é uma cidade que não dorme, tão intensa e com tantas opções que você só irá ficar parado quando estiver em quadra assistindo a um grande jogo.

"Fique hospedado em Manhattan, preferencialmente onde você possa fazer todos os passeios que deseja a pé. Nas ruas localizadas entre a Times Square e o Central Park, você pode caminhar e fazer compras na Quinta Avenida, ir a shows na Broadway e jogos da NBA - clientes MundoTênis têm desconto especial na compra de ingressos para os espetáculos e os jogos - aos observatórios Top of The Rock ou Empire State, tudo com muita facilidade", lista a executiva.

Não se preocupe em ficar perto do torneio. O metrô de Manhattan para Flushing Meadows é rápido, seguro e você não corre o risco de ficar preso no trânsito de Nova York. Melhor: funciona até depois do último jogo – não importa a hora que acabar.

Se você gosta de caminhar ou correr, coloque seu calçado, vá até a ponte do Brooklyn (de metrô ou táxi) e atravesse-a numa manhã ensolarada ou no fim da tarde. Aprecie a vista panorâmica da cidade com a estátua da Liberdade ao fundo.

Não deixe também de visitar o MOMA – Museum of Modern Art –, tomar uma taça de champanhe na praça central do Rockefeller Center e visitar a Trump Tower. Para um jantar descontraído e divertido em turma, vá ao Bubba Gump, na Times Square. O restaurante inspirado no filme “Forrest Gump” é especializado em camarões. Peça o Shrimp Heaven e uma “Coronarita”, um drinque com margarita e cerveja Corona.

Outra ótima opção para o almoço ou jantar é o Il Corso, restaurante italiano frequentado por Andre Agassi e John McEnroe e que serve um dos melhores nhoques da Big Apple. Lá você será calorosamente recebido pelo Flavio Castro, brasileiro radicado na cidade, que te fará se sentir em casa.

O Meatpacking District, famoso por sua vida noturna, com os melhores bares, discotecas e alguns dos mais badalados restaurantes da cidade, como Standard Grill, Fig & Olive, Pastis, Bistrot Bagatelle e Spice Market, também é visita obrigatória para quem estiver em Nova York durante o torneio.

A cidade estará no clima do tênis, com painéis luminosos do US Open na Times Square e o jornal USA Today faz, todos os anos, uma edição especial do evento com mais de 60 páginas, que você pode comprar em qualquer banca por menos de US$ 5.

Antes de sentar-se para uma partida, compre uma cerveja e um hot-dog, no melhor estilo americano, curta o som dos DJs nos intervalos, torça pelo seu jogador favorito e aproveite ao máximo. O esporte promove amizades e leva você a lugares incríveis.

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