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Serena festeja final e garante que há muito a evoluir
07/09/2018 às 09h47

Serena está agora a uma vitória de igualar o recorde de 24 títulos de Grand Slam da australiana Margaret Court

Foto: Andrew Ong/USTA

Nova York (EUA) - Depois de ficar três anos sem conseguir alcançar uma final de US Open, a norte-americana Serena Williams encerrou esse curto jejum na última quinta-feira, em que derrotou a letã Anastasija Sevastova na primeira semifinal do diga e carimbou o passaporte para sua nona decisão em Flushing Meadows, onde conquistou seis títulos, o último deles em 2014.

“Honestamente, não poderia prever isso. Sinto que há muito o que evoluir ainda no meu jogo e essa é realmente a parte mais empolgante”, destacou a caçula das irmãs Williams. “Ainda não estou treinada o suficiente, mas estou nessa final, a segunda seguida. Como eu disse, este é o começo e ainda não cheguei onde posso”, acrescentou a norte-americana.

Serena também falou sobre a emoção de voltar a uma final em casa um ano após o parto de sua primeira filha. “Fiquei um pouco emocionada porque no ano passado eu estava literalmente lutando pela minha vida (com complicações no pós-parto). Sai daquela situação, no leito do hospital, sem ser capaz de me mover e andar ou fazer qualquer coisa, para essa agora em apenas um ano”, lembrou.

A disputa com teto fechado no Arthur Ashe Stadium ajudou Serena, que dominou a rival e deu poucas chances a Sevastova. “Sabia como enfrentá-la, senti que precisava chegar à rede um pouco mais. Voleio muito bem, caso contrário não teria vencido tantos títulos de duplas nos Grand Slam. A tática funcionou hoje e fico feliz com isso, pois foi fruto de muito treino”, observou a atleta da casa.

Na decisão, Serena enfrentará a japonesa Naomi Osaka, que levou a melhor na única vez que duelaram, no começo deste ano em Miami. “Perdi para a Naomi da última vez que jogamos, mas definitivamente não estava no meu melhor", disse Serena, que encarou a nipônica apenas em seu segundo torneio desde o retorno ao circuito.

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