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'Joguei de forma muito inteligente', avalia Djokovic
08/09/2018 às 09h35

Djokovic tem a chance de igualar Pete Sampras na quantidade de troféus de Grand Slam

Foto: Arquivo

Nova York (EUA) - Numa de suas atuações mais firmes de todo o torneio, o sérvio Novak Djokovic confirmou a superioridade sobre o japonês Kei Nishikori e garantiu vaga em sua oitava final do US Open. Às 17 horas de domingo, estará em condições de erguer o segundo troféu seguido de Grand Slam e o 14º de sua carreira.

Djokovic gostou muito de sua atuação de sexta à noite. "Acredito que nos momentos importantes eu vim com alguns primeiros ou segundos serviços muito bons. Devolvi bem o tempo inteiro, colocando pressão constante sobre ele e tentando fazer com que ele se mexesse pela quadra".

A chave era conseguir se impor. "Precisava tirar o ritmo dele, porque ele é muito veloz e gosta de um ritmo frenético. Variei muito bem efeitos e velocidades, pouco a pouco fui entrando mais na quadra e o forcei a cometer erros. Joguei de forma muito inteligente", avaliou o campeão de 2011 e 2015.

No domingo, Djokovic reencontrará Juan Martin del Potro, contra quem tem 14 vitórias em 18 jogos, sendo 10 em 13 partidas sobre piso duro. "Pessoalmente, gosto muito dele, não apenas como tenista mas como pessoa. É um dos meus melhores amigos no circuito, alguém a quem respeito muito. Nós dois sofremos com contusões, isso o tirou do circuito por dois ou três anos. Ele gosta dos grandes jogos, já venceu um Grand Slam. Nos últimos 15 meses, está jogando o tênis de sua vida". A última vitória do argentino foi na primeira rodada das Olimpíadas do Rio, em 2016.

Ao ser lembrado que ficou dois anos sem títulos de Grand Slam, entre Roland Garros de 2016 e de 2018, e que só recuperou seu melhor tênis após retomar a parceria com o técnico Marian Vajda, o sérvio foi econômico. "Tenho sido uma pessoa afortunada".

Nishikori só teve elogios a Djokovic. "Ele está jogando de forma muito sólida em tudo: saque, devolução, golpes de base. Está atuando de forma agressiva e eu, de minha parte, não tive energia para acompanhá-lo".

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Faberg
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