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ITF defende juiz: 'Foi profissional e íntegro'
10/09/2018 às 14h18

Serena não aprovou a condução do árbitro na final do US Open e acusou o juiz de lhe roubar um ponto

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) - Depois da WTA sair em defesa da norte-americana Serena Williams, postura também tomada pela USTA (Federação Norte-americana de Tênis), enfim alguma entidade saiu em defesa do juiz de cadeira, o português Carlos Ramos, que foi acusado de sexismo ao conduzir as punições dadas à ex-número 1 do mundo na final do US Open.

Coube à ITF, entidade que comanda o tênis mundial, apoiar a atitude do árbitro de cadeira. “Carlos Ramos é um dos mais experientes e respeitados árbitros do tênis. As decisões de Ramos estavam de acordo com as regras e foram reafirmadas pela decisão do US Open de multar Serena Williams pelas três violações”, disse o comunicado.

“É compreensível que esse incidente de alto nível e lamentável provoque debates. Ao mesmo tempo, é importante lembrar que o Sr. Ramos assumiu suas funções como juiz de acordo com o livro de regras e agiu em todos os momentos com profissionalismo e integridade”, complementou a ITF através de comunicado divulgado nesta segunda-feira.

Depois de perder o primeiro set por 6/2, a atleta da casa discutiu com o árbitro de cadeira após levar uma advertência por receber instruções de seu treinador. Mais tarde, Serena quebrou uma raquete, sendo penalizada com um ponto, e por fim chegou a insultar o juiz, quando perdeu um game inteiro. Tudo isso rendeu uma multa de US$ 17 mil da direção do US Open.

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