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Wild pode ser novidade no time da Copa Davis
03/10/2018 às 07h00

Wild já esteve com a equipe da Davis, mas nunca como titular

Foto: CBT/Divulgação
Felipe Priante

Campinas (SP) - Mesmo depois de ter perdido para a Colômbia no Zonal Americano da Copa Davis, o time brasileiro se beneficiou com as mudanças promovidas na competição a partir de 2019 e terá a chance de disputar o Grupo Mundial jogando um confronto classificatório com a Bélgica dentro de casa em fevereiro.

Ainda distante do embate, o capitão brasileiro João Zwetsch garante que não tem muito o que possa adiantar, já que ainda mal conversou com os demais integrantes da equipe, mas entre as poucas pistas que deu é a boa chance de dar uma oportunidade para que o paranaense Thiago Wild, campeão juvenil do US Open neste ano, faça sua estreia na competição.

“Estamos pensando em chamar o Wild, já que esse novo formato permite chamar cinco jogadores”, declarou o selecionador nacional. “Espero poder contar com todos, mas ainda é cedo para saber quem eu vou chamar. Temos uma série de torneios neste fim de ano em que todos eles estarão jogando e por isso vou esperar ela acabar para ter uma ideia melhor”, acrescento Zwetsch.

O capitão do Brasil na Davis destaca a importância da bagagem que tem o paulista Thomaz Bellucci na competição e acredita que ele terá uma boa chance de se recuperar bem no ranking na série de challengers sul-americanos no saibro neste fim de temporada.

Sem descartar qualquer um dos principais nomes do país, Zwtesch vê como fortes candidatos a uma convocação o cearense Thiago Monteiro, o gaúcho Guilherme Clezar e até mesmo o paulista Rogério Silva, com quem garante ter um bom relacionamento, mesmo tendo deixado o jogador de fora da equipe que enfrentou o Japão no ano passado. “O pessoal fala demais, mas não tivemos nenhum desentendimento”.

Embora reconheça a capacidade do belga David Goffin, o comandante nacional se mostrou otimista para o embate. “Jogar em casa é interessante e fazia tempo que a gente não conseguia isso. Encarar a Bélgica é duro, um país com uma equipe liderada pelo Goffin, que é um cara que tem um nível muito alto de tênis, mas temos chances reais de vencer”, afirmou.

“Acho que é acessível, embora eles tenham um cara acima de média de todos os outros dos dois times que é o Goffin e que em teoria deve fazer os dois pontos dele, mas os outros três são abertos e ainda podemos um dos pontos do próprio Goffin, embora a dificuldade seja bem maior”, completou o selecionador brasileiro na Davis.

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