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'Mostrei que sou mentalmente forte', diz Svitolina
28/10/2018 às 15h18

Svitolina começou atrás no placar, mas buscou a virada neste domingo

Foto: Divulgação

Cingapura (Cingapura) - A conquista inédita no WTA Finals é o maior título da carreira de Elina Svitolina. Depois de superar a norte-americana Sloane Stephens na decisão disputada em Cingapura, a ucraniana de 24 anos destacou a força mental que teve para reverter o quadro negativo do início do jogo e buscar a virada.

"Acho que não tenho mais nada para provar a ninguém", disse Svitolina após a vitória por 3/6, 6/2 e 6/2 neste domingo em Cingapura. "O terceiro set realmente mostrou que eu fui mentalmente forte. Foi isso que fez a diferença".

"Tive que ficar muito sólida. Disse a mim mesma que não voltaria atrás e que lutaria por todas as bolas. Eu não queria dar nenhuma oportunidade a ela e precisava ser muito firme", avaliou a ucraniana, que terminou a partida com 21 winners, três a menos que sua adversária, e fez 28 erros contra 48 de Stephens.

Vencedora de 13 títulos no circuito, Svitolina venceu as últimas nove finais que disputou e só perdeu duas finais de WTA na carreira. "Claro que sei que ganhei muitas finais, mas para mim toda final é um grande desafio. Hoje, nem tudo funcionou no primeiro set, mas continuei lutando e foi isso que me levou à vitória hoje. Estou muito orgulhosa disso."

"Stephens é uma grande jogadora. Ela estava batendo muito bem na bola. Eu realmente não tinha nenhuma resposta no primeiro set, porque ela estava jogando muito bem", avalia a ucraniana sobre a perda do set inicial. "Para mim foi muito difícil, mas no final, encontrei um caminho aqui e ali. Um ou dois pontos fizeram a diferença no segundo set, e então já estávamos no terceiro e a luta começou. Isso é o que acontece. Alguns pontos aqui e ali podem decidir".

Svitolina encerrou em setembro um trabalho com o técnico francês Thierry Ascione e contou com a colaboração pontual do britânico Andrew Bettles, que tem apenas 25 anos, um a mais que a ucraniana. Durante a pré-temporada, a agora número 4 do mundo irá avaliar as opções disponíveis no mercado antes de defnir um treinador de tempo integral.

"Vou falar com o Andy e ver as melhores opções de treinadores estão disponíveis no momento para tentar trabalhar com eles. É um pouco mais fácil resolver isso durante a pré-temporada, porque você não está numa pressão louca. Não é o mesmo que começar, por exemplo, no meio da temporada", avaliou a campeã do Finals. "Eu tenho que realmente pensar. Eu não quero trazer uma pessoa para me separar dela duas semanas depois. Então é uma decisão importante".

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