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Cilic confirma e garante bi da Croácia na Davis
25/11/2018 às 12h29

Equipe croata comemora a conquista diante de mais de 20 mil torcedores franceses

Foto: ITF

Lille (França) - Os 26.429 lugares colocados à disposição para a torcida francesa não impediram a Croácia de conquistar o bicampeonato na Copa Davis neste domingo, quando Marin Cilic ganhou se segundo jogo de simples do fim de semana, desta vez superando Lucas Pouille, por 7/6 (7-3), 6/3 e 6/3. Foi uma forra da recente final da Copa do Mundo, em que os croatas foram derrotados pelo futebol francês na Rússia.

As duas conquistas da Croácia aconteceram fora de casa, repetindo o feito de 2005 na Eslováquia quando contava com Ivan Ljubicic e Mario Ancic. Curiosamente, em sua única final como sede, contra a Argentina há dois anos, os croatas perderam.

Apesar de ter dois jogadores que preferem a quadra sintética, a Croácia ganhou todos seus últimos sete duelos feito sobre o saibro no período de cinco anos. Esta foi a quinta vez nas seis edições mais recentes em que o país visitante ganha a final da Davis e a 20ª vez nas 46 edições desde 1972.

Noah colocou Pouille no lugar de Jeremy Chardy e o francês de temporada irregular até se saiu bem no primeiro set, tendo salvado dois break-points antes de levar ao tiebreak. Cilic, que chegou a 39 vitórias na Davis, foi muito firme o tempo todo, escolhendo bem a hora de ser agressivo e colocar pressão no adversário.

Para chegar ao título, a Croácia venceu três confrontos em casa: Canadá, Cazaquistão e Estados Unidos. Em sua curta história na competição, iniciada em 1993, tem agora 37 vitórias e 23 derrotas. Em Lille, contou com vitória de Borna Coric em sets diretos sobre Chardy na sexta e perdeu as duplas com Ivan Dodig e Mate Pavic.

A França buscava o bi e o nono título no geral e perdeu sequência de oito vitórias seguidas na competição. O capitão Yannick Noah, que não ficará no cargo, perdeu a chance de ser ganhar sua quarta Davis no cargo, o que igualaria Neale Fraser e Niki Pilic. Esta foi a segunda final que o time perde ao optar pelo saibro de Lille, como aconteceu diante da Suíça em 2014.

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