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Gimelstob nega acusações de violência e homofobia
02/12/2018 às 14h43

Gimelstob se esforça para limpar seu nome

Foto: Divulgação

Los Angeles (EUA) - Membro do conselho da ATP e visto como um potencial substituto a longo prazo para o presidente Chris Kermode, o norte-americano Justin Gimelstob pode ver ruir seu futuro na entidade após enfrentar acusações de violência e homofobia. Ex-top 20 nas duplas, ele se defende e alega inocência em ambos os casos.

Acusado de agredir Randall Kaplan, de 50 anos, na frente de sua esposa e de sua filha de dois anos no Halloween. Uma série de reportagens do The Telegraph afirmam que este não é foi um incidente isolado, uma vez que Gimelstob também é acusado de fazer comentários homofóbicos a um oponente em um torneio de paddle em Los Angeles há um ano.

Também foi revelado que ele é acusado de agressão doméstica de sua esposa Cary. Tudo isso colocou a ATP em uma posição desconfortável, uma vez que Gimelstob ocupa um cargo executivo na organização, que deverá ser posto à prova em uma reunião na próxima semana, comandada pelo sérvio Novak Djokovic.

Em meio a todo esse turbilhão de problemas, Gimelstob veio a público negar todas as acusações, dizendo que "aguarda ansiosamente por limpar seu nome".

“O sr. Gimelstob não pretendia responder à recente cobertura da mídia sobre ele, no entanto, agora ele se sente compelido a fazê-lo com base na natureza de inúmeras alegações descaradamente falsas. Ele inequivocamente e absolutamente nega ter se envolvido em violência doméstica ou comportamento homofóbico de qualquer tipo. Qualquer sugestão em contrário é falsa”, disse um comunicado enviado ao jornal Metro.

Ainda neste comunicado, enviado por Shawn Holley, advogado do ex-atleta, Gimelstob diz não poder responder todas as alegações devido a questões legais em andamento, garantindo que são acusações infundadas e dirigidas por pessoas que querem vingança pessoal contra sua figura.

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