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Big 3 estende seu amplo domínio nos Grand Slam
26/01/2019 às 20h30

Big 3 envolve três dos quatro maiores vencedores de troféus de Grand Slam

Foto: Arquivo
Suely Kawana

Embora a nova e novíssima geração do tênis masculino tenham colocado dois representantes nas semifinais, o Australian Open manteve o amplo domínio do chamado 'Big 3', ou seja, do triunvirato formado por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, que neste domingo atingirão 52 troféus de Grand Slam combinados.

Apesar de todos já terem passado dos 30 anos, este é o terceiro momento de soberania do trio, que chegará ao nono Slam consecutivo. A maior sequência foi de 18, entre 2005 e 2009, e depois de 11, entre 2010 e 2012.

Desde que Federer ganhou seu primeiro Slam, em Wimbledon em 2003, apenas cinco finais desse porte não tiveram ao menos um dos Big 3 em quadra, a mais recente em Wimbledon de 2016, entre Andy Murray e Milos Raonic.

Também muito sintomático, após o primeiro título de Federer em Melbourne, em 2004, apenas o russo Marat Safin e o suíço Stan Wawrinka romperam a hegemonia do Big 3.

Outras curiosidades que cercam a final masculina deste Australian Open:
- Juntos, Nadal e Djokovic irão vencer 25 dos últimos 36 torneios de Grand Slam.
- Esta é a 47ª vez que os cabeças 1 e 2 duelam numa final de Grand Slam na Era Aberta e cada um venceu exatamente 23 vezes.
- Um duelo entre os dois favoritos da chave não ocorria desde a decisão de Roland Garros, em 2016, entre Djokovic e Murray.
- Com a final entre dois tenistas de 31 e 32 anos, os últimos 10 campeões de Slam serão 'trintões'. A última exceção foi Murray, aos 29 anos e 56 dias, em Wimbledon de 2016. A maior sequência anterior foi em 1969, quando Laver venceu os quatro.

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Faberg
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