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Quantidade de câmeras chama atenção no AO
28/01/2019 às 14h48

Melbourne (Austrália) - Acostumados a encarar uma enormidade de câmeras de TV toda vez que pisam em quadra, os tenistas que vão ao Australian Open precisam agora se acostumar também com a quantidade de câmeras que filmam os bastidores no complexo de Melbourne Park, que ano a ano vai ganhando novos ângulos para quem acompanha o torneio pela TV.

Em matéria publicada pelo New York Times, o diretor do torneio Craig Tiley não revelou quantas são as câmeras, mas disse que servem para criar um material bastante rico para os fãs. “Há protocolos rígidos sobre o que pode ser mostrado. As câmeras são redondas e pretas presas ao teto", disse o dirigente.

"São muito fáceis de serem vistas e temos vários jogadores e treinadores brincando com elas”, complementou Tiley, destacando também que há vários lugares que não são filmados, como o restaurante dos jogadores e a academia.

“Também não estão nos vestiários, pelo menos não que eu saiba. Estou segura lá”, brincou a russa Maria Sharapova. “Vivemos na sociedade do Big Brtother, acho que apenas precisamos aceitar isso”, falou o sérvio Novak Djokovic.

As câmeras nos bastidores do Australian Open registraram nesse ano momentos diversos, desde o choro da croata Petyra Martic, logo após ter sido derrotada pela norte-americana Sloane Stephens, até a imitação do francês Gael Monfils das comemorações do norte-americano Frances Tiafoe, que presenciou in loco e deu risada.

Outra vítima das câmeras dos bastidores foi o suíço Roger Federer, que teve flagrado o momento em que foi barrado por um segurança por não estar com a credencial. “As coisas estão diferentes nos dias de hoje, às vezes é bom e outras nem tanto. Agora você convive com câmeras o tempo todo, é difícil encontrar um canto onde você possa realmente relaxar um pouco”, falou o tenista da Basileia.

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