Notícias | Copa Davis
Brasil conhecerá próximo adversário nesta quarta
04/02/2019 às 20h12

Brasil pode enfrentar Venezuela, Uruguai ou Barbados em setembro

Foto: Hederson Alves/ITF

Londres (Inglaterra) - Após a derrota para a Bélgica no qualificatório mundial da Copa Davis no último fim de semana, o Brasil disputará o Grupo Americano I no mês de setembro. O sorteio que vai definir o próximo adversário do time brasileiro acontecerá na próxima quarta-feira, na sede da Federação Internacional de Tênis (ITF), em Londres.

O Brasil é uma das três nações cabeças de chave da seletiva continental e poderá enfrentar Barbados, Uruguai ou Venezuela. A equipe nacional seria anfitriã contra venezuelanos ou uruguaios, enquanto a sede de um eventual duelo com Barbados seria definida por sorteio.

Outras duas nações estão entre as cabeças de chave no Grupo Americano I, o Equador e a República Dominicana. Dessa forma, nenhuma dessas duas equipes poderá enfrentar o Brasil em setembro.

O Grupo I da Davis ainda tem uma seletiva da Ásia e Ocenia em que Índia, Uzbequistão e China são cabeças de chave e podem enfrentar Líbano, Coreia do Sul ou Paquistão. Já o Zonal Euro-Africano conta com doze países, sendo que República Tcheca, Suécia, Áustria, Hungria, Suíça e Portugal são cabeças de chave, enquanto Belarus, Bósnia e Herzegovina, Finlândia, Israel, Eslováquia e Ucrânia podem enfrentar os favoritos.

Os doze países vencedores dos confrontos do Grupo I em setembro disputarão o qualificatório mundial de 2020 em fevereiro. Já as equipes que perderem essas séries estarão na disputa dos Zonais na próxima temporada.

Também estão definidos os países participantes do Grupo II. Nas Américas, Peru, México e Guatemala podem enfrentar Bolívia, El Salvador ou Paraguai. Na Ásia e Oceania, Tailândia, Nova Zelândia e Taiwan são os cabeçeas de chave contra Hong Kong, Indonésia e Filipinas. O Zonal Euro-Africano terá doze países, com Romênia, África do Sul, Dinamarca, Lituânia, Egito e Noruega na condição de favoritos contra Bulgária, Geórgia, Marrocos, Eslovênia, Turquia e Zimbábue.

Comentários
Faberg
Roland Garros Series