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Atual campeão no Rio, Schwartzman mira o top 10
19/02/2019 às 07h20

Schwartzman tenta ser o primeiro bicampeão no Rio

Foto: Fotojump
Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) - O argentino Diego Schwartzman tentará neste ano fazer o que nenhum tenista conseguiu até então no Rio Open: buscar o bicampeonato. Desde que o espanhol Rafael Nadal venceu a primeira edição do torneio, em 2014, ninguém emplacou um repeteco e a competição teve cinco vencedores diferentes.

Logo em sua estreia, o pequenino argentino terá a árdua missão de encarar um rival que também já levantou a taça no ATP 500 carioca. Ele enfrentará o uruguaio Pablo Cuevas na última partida desta terça-feira na quadra central. “Espero uma partida muito difícil, com muitos ralis e bons pontos largos. Vai ser como um jogo de xadrez, pois nos conhecemos bem. Os pequenos detalhes farão a diferença”, analisou.

Será o sexto duelo entre os dois no circuito profissional, e a vantagem é de Schwartzman, que soma duas vitórias e duas derrotas em nível ATP e venceu o único embate em challengers. Contudo, no encontro mais recente, ano passado no Brasil Open, foi o veterano uruguaio que saiu de quadra com o resultado positivo, levando a melhor de virada.

Atual 19 do mundo e cabeça de chave 4 no saibro do Jockey Club Brasileiro, o argentino vem do vice-campeonato no ATP de Buenos Aires e já soma oito triunfos em 2019. “Eu estou me sentindo bem, tive uma boa semana em Buenos Aires, com grandes partidas e uma derrota na final para (Marco) Cecchinato, que jogou muito bem. Chego com confiança, tenho uma primeira partida difícil e espero poder vencer”, avaliou.

Contente por voltar ao Rio, onde é sempre bem recebido pela torcida e um lugar onde gosta não apenas de jogar, mas também de passar férias eventualmente, Schwartzman destaca a importância de seu título no ano passado e espera que um novo bom resultado no principal evento da América do Sul possa o fazer chegar ainda mais alto.

“Foi muito importante (no ano passado), pois comecei a temporada perto do top 20 e seria desafiador seguir subindo. Começar com um título de um ATP 500 nos primeiros meses, sem perder um set sequer e batendo grandes nomes, foi essencial para minha confiança”, contou o tenista de 26 anos, que chegou a ser o 11º do mundo em 2018.

Schwartzman aposta que uma nova conquista vá o ajudar não só a se manter bem colocado no ranking, mas buscar algo a mais como um inédito top 10."Quero seguir subindo no ranking e buscando títulos para chegar o mais perto possível do top 10”, finalizou o argentino.

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