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Guga não quer ser capitão da Davis, mas quer ajudar
20/02/2019 às 18h48

Guga espera ajudar o Brasil com outras iniciativas

Foto: Fotojump
Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) - Um dos nomes especulados para assumir o posto de capitão da Copa Davis, posto vago desde que João Zwetsch deixou o cargo após a derrota brasileira em casa para a Bélgica pelo playoff do Grupo Mundial, o catarinense Gustavo Kuerten mostrou que não pretende ser o novo comandante nacional, mas se deixou a disposição de ajudar a equipe.

“Já não aceitei algumas vezes, tanto que pararam de me convidar até. Tenho certeza que minha participação é mais proveitosa de outra forma, em outras tarefas a atividades, sem ter uma posição firmada. Precisamos buscar um momento de transição”, comentou o ex-número 1 do mundo, que foi crítico ao analisar o tênis nacional.

“O tênis brasileiro ainda precisa existir, o que acontece são alguns casos excepcionais. Tenho dificuldade em enxergar o que é o tênis nacional”, observou o catarinense de 42 anos. Nesta quarta-feira, ele participará de uma homenagem ao técnico Larri Passos, na quadra central do Rio Open.

Guga lembrou os grandes momentos que viveu ao lado do treinador. “Larri teve uma interferência total na minha vida, extrapolou as linhas das quadras. É uma questão de respeito amor e carinho, transborda todas as minhas capacidades de sentimentos. Ele entende tudo de tênis, é um cara muito completo”, destacou o catarinense.

A sequência de dois torneios no país, agora com o Rio Open e na semana que vem com o Brasil Open, é para Guga importante para que os jogadores mais novos tenham contato com o tênis de alto nível e também para os representantes nacionais buscarem pontos importantes no circuito dentro de casa.

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