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Bellucci e Rogerinho vivem dilema no Rio Open
22/02/2019 às 07h20

Bellucci e Rogerinho podem perder o quali do Brasil Open

Foto: Fotojump
Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) - A vitória desta quinta-feira que levou os paulistas Thomaz Bellucci e Rogério Silva para as semifinais de duplas do Rio Open criou um dilema na cabeça dos dois. Caso eles vençam uma mais e disputem a final, não poderão jogar o qualificatório para o Brasil Open, que começa no sábado, mesmo dia da decisão no ATP 500 carioca.

Embora o foco de ambos seja simples, a oportunidade de buscar uma conquista no Rio irá falar mais alto. “A decisão é complicada, porque somos bem mais jogadores de simples quem duplas. Mas jogar um ATP 500 em casa com uma torcida dessas não tem nem o que escolher. Se for para a gente não jogar o Brasil Open não vamos para lá”, afirmou Rogerinho.

“Temos que pensar jogo a jogo, o mais importante é que estamos felizes dentro de quadra. Jogar dupla é uma responsabilidade menor do que jogar simples, então entramos em quadra como franco-atiradores", pontuou Bellucci, que ao lado do compatriota terá pela frente na próxima rodada o tcheco Roman Jebavy e o argentino Andres Molteni, algozes do gaúcho Marcelo Demoliner.

Apesar do bom resultado no Rio, derrubando os mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo nas quartas, o canhoto de Tietê já avisa que jogar dupla é apenas um complemento. “Não penso em virar duplista, se encerrar minha carreira em simples fica por aí. Dupla não é muito a minha praia, mas lógico se eu conseguir conciliar simples e duplas está bom”.

Sobre a partida, Bellucci destacou a regularidade de sua parceira com Rogerinho. “Fomos consistentes desde o começo da partida e fomos superiores na maior parte, tivemos um volume de jogo muito grande e fizemos eles jogarem o tempo inteiro no saque arriscando as devoluções”, encerrou.

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