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Auger-Aliassime curte família em Indian Wells. Veja.
10/03/2019 às 13h33

Indian Wells (EUA) – Em vídeo divulgado pela ATP, temos a oportunidade de conhecer um pouco da intimidade do jovem canadense Felix Auger-Aliassime, de 18 anos, um dos mais promissores talentos da nova geração. Na noite da quinta-feira, ele desfrutou de um raro jantar em família durante o circuito, com sua mãe, irmã, fisioterapeuta e técnico. Auger-Aliassime já está nas oitavas de final do Masters Series de Indian Wells, depois de eliminar o grego Stefanos Tsitsipas, cabeça 9, neste sábado. No mês passado, ele comemorou seu primeiro título de ATP no Rio Open.

O canadense está perto de se tornar um top 50, mas o que mais o preocupa no momento é concentrar-se no dia a dia, na luta para melhorar seu jogo. “Só estou tentando me focar no que tenho de fazer para jogar um bom tênis e eventualmente boas coisas vão acontecer”, disse Auger-Aliassime. “Não quero focar muito em resultados ou expectativas, Top 50 ou Top 30. Se fizer boas coisas em quadra, essas coisas virão.” Na semana passada, ele foi às quartas no Brasil Open e há apenas um ano ganhava sua primeira partida de ATP, justamente em Indian Wells. Um grande salto.

“Teria sido impossível ou muito difícil para mim fazer essas coisas sem o apoio de minha família. O amor que eles me dão realmente me dá grande força, bastante motivação”, garantiu Auger-Aliassime, ao lado de sua mãe, irmã, do fisioterapeuta Nicolas Perrotte e do técnico Frederic Fontang, sentados a seu lado em sua casa alugada. “Meu pai - Sam Aliassime – não está aqui, mas ele sempre está realmente presente, tem sido um grande apoio durante toda a carreira. Eles tornam os dias difíceis mais fáceis e os bons dias ainda melhores, então, fico feliz de dividir todos estes momentos com eles. Isso – estar junto com a família – não acontece com muita frequência porque estou na estrada. Gosto de compartilhar estes momentos, estas semanas com eles.”

Sua mãe, Marie Auger, confere no forno o porco que está assando. Mais cedo, Malika, a irmã um ano e meio mais velha, fatiou as cebolas. “Eu não cozinho”, revelou Felix, rindo. “Quando ele estava sozinho com seu treinador, ele costumava cozinhar”, entregou a mãe. “Agora, eu me sento e aprecio”, comentou Felix.


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