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Osaka lida bem com a derrota e já pensa em Miami
13/03/2019 às 21h10

Apesar da eliminação precoce, a japonesa irá manter a liderança do ranking

Foto: Divulgação

Indian Wells (EUA) - Campeã do WTA Premier de Indian Wells no ano passado, a número 1 do mundo Naomi Osaka foi precocemente eliminada nas oitavas de final em 2019. Superada pela suíça Belinda Bencic, a japonesa tenta lidar bem com a derrota e elenca aspectos positivos, especialmente no ponto de vista mental do jogo para seguir em frente noo circuito.

"Em momentos assim, com um resultado como esse, eu geralmente me sinto deprimida e triste", disse Osaka após a derrota por 6/3 e 6/1 na última terça-feira. "Mas sinto-me muito bem agora, porque penso que, dadas as circunstâncias, tentei o meu melhor e não me arrependo de nada. Tentei ser positiva ao longo de todo o jogo"

Osaka destacou o ótimo momento de Bencic no circuito, já que a suíça conquistou o Premier de Dubai há pouco mais de duas semanas, vencendo quatro top 10 pelo caminho, e enalteceu o desempenho da algoz. "Ela estava muito bem e é uma jogadora incrível. Honestamente, não havia nada que eu pudesse fazer naquela situação".

"Sinto que ela tinha controle dos pontos e me empurrava para trás. Então, eu comecei a jogar na defensiva, o que não é algo que eu deveria estar fazendo, dado o meu estilo de jogo. Acho que eu estava tentando ser muito agressiva no começo do jogo. Já no final, eu tentei variar um pouco mais os golpes e profunidades, mas ela estava preparada para isso também", avaliou a líder do ranking mundial.

Depois de encerrar a vitoriosa parceria com o treinador alemão Sascha Bajin, Osaka disputou em Indian Wells seu primeiro torneio acompanhada pelo norte-americano Jermaine Jenkins. "Acho que é sempre um pouco complicado quando você muda alguém em seu time, mas eu sinto que nosso primeiro torneio foi muito bom. Nós nos comunicamos bem e isso é muito importante".

"Não acho que [a adaptação] vai ser difícil. Estamos todos na mesma página e ansiosos para Miami. Acho que deve ser bom", revelou a japonesa, que tem pai haitiano e se mudou com a família para os Estados Unidos quando tinha apenas três anos. Criada na Flórida, a número 1 do mundo já volta as expectativas para o Premier de Miami, que acontece a partir da próxima semana.

"Miami é um torneio que eu cresci assistindo. Desde que eu moro no sul da Flórida, eu sempre ia ver os profissionais, porque eu sempre quis ser como eles. Tenho a sorte de estar nesta situação agora. Será um torneio realmente emocionante. Acho que todo mundo está ansioso por isso".

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