Notícias | Dia a dia
Barty fala de sua luta até chegar ao top 10. Veja.
26/04/2019 às 20h26

Brisbane (Austrália) - Há cinco anos, ainda uma adolescente, Ashleigh Barty não suportou a pressão e decidiu deixar o circuito internacional para jogar críquete, esporte muito popular na Austrália. Voltou em 2015, recomeçou a partir do zero e alcançou pela primeira vez o top 10 do ranking, graças ao título em Miami. "Tenho a sensação que se passou muito tempo desde a minha parada em 2015, mas isso me faz amar ainda mais o tênis, mesmo estando distante da quadra", garante ela. "Agora sinto que sou uma pessoa diferente, uma tenista mais completa, capaz de suportar a pressão. Não posso me queixar de nada".

Em entrevista ao canal de vídeo da WTA, Ashleigh conta que sua primeira lembrança é de pedir aos pais para jogar.  Conheça Rob Barty, seu pai, e Jim Joyce, seu primeiro treinador na fase juvenil. Ela é agradecida por ter tido à disposição boas quadras para treinar.

Evoone Goolagong-Cawley, dona de sete títulos de Grand Slam, fala com carinho de quando a conheceu e Barty comenta seu papel como exemplo a seguir. Ashleigh lembra-se de sua primeira viagem internacional, sete semanas na Europa, em que diz que chorou de saudades todos os dias. Mas a garota cresceu e em 2011 sagrou-se campeã juvenil de Wimbledon.

Comentários
Raquete novo
Mundo Tênis