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Djokovic quer 4º Slam seguido, mas enaltece Nadal
25/05/2019 às 09h33

Sérvio tenta repetir a façanha de 2016, quando venceu os quatro Slam seguidos

Foto: Divulgação

Paris (França) - Líder do ranking mundial, Novak Djokovic tem uma motivação extra para ganhar Roland Garros. Campeão do torneio em 2016 e vencedor dos três últimos Grand Slam, o sérvio quer repetir o que já fez há três anos, quando conseguiu vencer de forma consecutiva os quatro principais torneios do tênis mundial.

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"Para mim, há uma motivação extra para ganhar Roland Garros por causa da oportunidade de ganhar todos os quatro Grand Slam seguidos, algo que fiz há três anos e isso me dá razão suficiente para acreditar que posso fazer isso de novo", disse Djokovic, que estreia contra o polonês Hubert Hurkacz.

"Eu amo jogar em Roland Garros, especialmente nos últimos quatro ou cinco anos quando tive muito apoio do público francês e também das pessoas de várias partes do mundo que vem aqui. Acho que foi por causa desse apoio, também, que consegui conquistar o título em 2016", acrescentou o sérvio, que vai em busca de seu 16º Grand Slam.

Djokovic se lembra do ano passado, quando estava voltando da cirurgia no cotovelo e ocupava apenas o 22º lugar do ranking. "Um ano atrás, a situação era bem diferente. Obviamente eu estava me recuperando de uma cirurgia no cotovelo e havia saído do top 20. Doze meses depois, eu chego aqui com mais três Grand Slam e sou o número 1 do mundo. Obviamente, é um sentimento bem diferente, com mais confiança e espero ter duas boas semanas".

Campeão em Madri e finalista em Roma nas últimas duas semanas, Djokovic comemora a boa fase, mas sabe que o principal favorito é outro. O sérvio enaltece o excelente histórico de Rafael Nadal, onze vezes campeão de Roland Garros. "Acho que não seria justo escolher mais ninguém além dele como principal favorito, porque ele venceu esse torneio muitas vezes. Ele só perdeu duas vezes na carreira no saibro parisiense", comenta o líder do ranking, referindo-se ao retrospecto de 86 vitórias e apenas duas derrotas de Nadal no torneio.

"Então, tenho muito respeito por ele. Nós fizemos uma boa partida em Roma. Ele era o melhor jogador em quadra e foi muito forte. Sinto que fiz duas semanas fantásticas em Madri e Roma, e eu provavelmente fiquei um pouco sem gasolina no fim, especialmente depois de dois jogos longos e que terminaram de madrugada nas quartas de final e semifinal", complementou o sérvio, ao recordar as vitórias em três sets contra Juan Marin del Potro e Diego Schwartzman no saibro italiano.

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