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Wimbledon tem 5 na briga pelo número 1 da WTA
01/07/2019 às 08h44

Londres (Inglaterra) - Se entre os homens a disputa pelo número 1 está longe de acontecer, no feminino são cinco as postulantes à ponta da WTA após Wimbledon. Uma delas é a australiana Ashleigh Barty, que tenta defender sua liderança na grama do All England Club, onde não passou da terceira rodada na temporada passada.

Mesma campanha teve a japonesa Naomi Osaka, atual número 2 do mundo e perseguidora mais próxima da australiana de 23 anos. As duas primeiras do mundo estão separadas por apenas 118 pontos e por isso a disputa entre elas no Grand Slam britânico promete ser acirrada.

A terceira a pleitear a liderança é a tcheca Karolina Pliskova, que foi até as oitavas de final em 2018 e busca sua melhor campanha na competição para tentar não apenas voltar à ponta da WTA, mas também conquistar seu primeiro Slam.

Quadrifinalista no ano passado, a holandesa Kiki Bertens é a concorrente ao número 1 que mais pontos defende em Wimbledon. Ela chega para a competição com dois bons resultados na grama, foi vice-campeã em s-Hertogenbosch e alcançou as semifinais em Eastbourne.

Fechando a lista de candidatas ao posto mais alto da WTA aparece a tcheca Petra Kvitova, única entre as cinco que sabe o que é levantar a taça de campeã no All England Club. A bicampeã do torneio corre por fora e só poderá assumir a ponta pela primeira vez se conquistar mais uma vez o título em Londres.

Kerber tem o top 10 em risco

Atual campeã, a alemã Angelique Kerber corre o risco de deixar o top 10 se não tiver um bom desempenho no torneio. Ela perderá pelo menos seis posições com uma eventual queda na estreia e precisa somar pontos para recuperar o terreno e seguir entre as 10 melhores do mundo.

Situação parecida vive a norte-americana Serena Williams, vice em 2018. A caçula das irmãs Williams pode deixar o top 20 se não for bem em Wimbledon, podendo amargar uma queda de pelo menos nove lugares com uma eliminação precoce (primeira ou segunda rodada).

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