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Barty pode voltar ao número 1 da WTA neste sábado
16/08/2019 às 22h37

Barty liderou o ranking por sete semanas e pode ultrapassar Osaka com mais uma vitória

Foto: Divulgação

Cincinnati (EUA) - A australiana Ashleigh Barty tem chance de recuperar a liderança do ranking mundial neste sábado, apenas uma semana depois de ter perdido a posição para a japonesa Naomi Osaka. Para isso, Barty precisa vencer o jogo contra Svetlana Kuznetsova pela semifinal do WTA Premier de Cincinnati. A partida acontece ao meio-dia (de Brasília).

Barty liderou o ranking por sete semanas, entre 24 de junho e o último domingo, enquanto Osaka acumulou 21 semanas na primeira posição entre janeiro e junho e conseguiu mais uma semana no topo a partir da última segunda-feira. "Estou apenas de olho na bola e, se eu for ganhando os jogos, o ranking vai cuidar de si mesmo", afirmou Barty nesta sexta-feira.

A japonesa e a australiana iniciaram a semana separadas por apenas 161 pontos, sendo que Osaka não defendia resultados e Barty tinha apenas 150 pontos a descontar. Osaka parou nas quartas em Cincinnati, abandonando a partida contra a norte-americana contra Sofia Kenin por lesão no joelho esquerdo, e fará 190 pontos. Barty já garantiu 350 pontos com a semi e pode fazer 585 se chegar à final, pontuação suficiente para ultrapassar a rival.

Além da disputa pela liderança do ranking, Barty e Osaka são candidatas ao posto de principal cabeça de chave do US Open, que começa em dez dias. Os resultados desta semana em Cincinnati já definiram que elas serão as cabeças 1 e 2 e ficarão em lados opostos da chave, enquanto Karolina Pliskova e Simona Halep serão as cabeças 3 e 4 do Grand Slam americano.

Australiana virou o jogo nesta sexta-feira

Barty vem de uma vitória de virada sobre a grega Maria Sakkari, 33ª do ranking, por 5/7, 6/2 e 6/0. "Comecei bem o jogo, mas parei de fazer o que estava funcionando. Maria assumiu alguns riscos e colheu os frutos", diz a australiana, que chegou a liderar o set inicial por 5/2.

“Foi importante para mim, no início do segundo set, voltar ao básico e ao que estava funcionando antes. Eu tive que sacar bem e não dar a ela muitas chances de atacar meu segundo saque. Eu tentei usar meus slices para mudar o ritmo da partida", acrescenta a jovem de 23 anos, que disparou 12 aces e não enfrentou break points a partir do segundo set.

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