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'Meu joelho está ficando melhor', garante Osaka
23/08/2019 às 19h16

Japonesa sofreu lesão no joelho durante partida das quartas em Cincinnati

Foto: Divulgação

Nova York (EUA) - Uma semana depois de abandonar seu jogo das quartas de final do WTA Premier de Cincinnati por uma lesão no joelho esquerdo, Naomi Osaka está bastante confiante quanto à sua recuperação. A número 1 do mundo e atual campeã do Grand Slam norte-americano sente que está ficando cada vez melhor e que poderá jogar normalmente.

"Está ficando melhor. Estou conseguindo jogar um pouco mais a cada dia. Estou me sentindo melhor. Felizmente, eu me recupero rápido das lesões, então acho que está bem", disse Osaka, que estreará contra a russa Anna Blinkova.

A japonesa de 21 anos terá a missão de defender 2 mil pontos no ranking em Nova York. Ela acredita que a experiência de ter jogado como atual campeã em Indian Wells, mesmo sem conseguir repetir o título, foi bastante positiva para o que ela terá pela frente.

"Acho que em Indian Wells eu pude aprender sobre a pressão que uma campeã sente. Isso me ajuda a entrar neste torneio, porque me sinto mais à vontade e confortável aqui. Não tenho certeza se é porque os últimos meses foram meio turbulentos, mas definitivamente me sinto muito confortável e sei que, apesar de tudo, jogo bem aqui todos os anos. Então não estou muito preocupada com isso", avaliou a líder do ranking, que tem a posição ameaçada por Ashleigh Barty, Karolina Pliskova e Simona Halep.

Osaka também comparou seu momento atual com o da temporada passada, quando chegou a Nova York vinda de eliminações precoces nos torneios preparatórios. Em 2019, a japonesa conseguiu boas campanhas em Toronto e Cincinnati. "No ano passado, senti que perdi três jogos seguidos antes de vir para cá. Já neste ano, eu fui a duas quartas de final consecutivas e me sinto muito confiante. Então, sim, é um pouco contrastante".

Embora tenha nascido no Japão, Osaka se mudou com a família para os Estados Unidos ainda criança e se sente à vontade quando joga em Nova York. "Sinto que tenho familiaridade com essas quadras. Não foi porque venci no ano passado. É porque eu tenho jogado aqui desde que eu era criança. Eu costumava treinar aqui".

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