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Recorde de Slam é ambição, afirma Djokovic
25/08/2019 às 09h49

Descontraído, Djokovic dançou com as crianças durante o sábado de festa e música no US Open

Foto: Site oficial

Nova York (EUA) - Campeão em quatro dos cinco últimos torneios de Grand Slam, o sérvio Novak Djokovic reduziu a distância para os dois jogadores que mais possuem troféus de Grand Slam: está com 16, apenas dois atrás de Rafael Nadal e a quatro de Roger Federer. E ele não esconde que superá-los é um objetivo.

"Sei do que se comenta sobre a disputa pela liderança nos títulos de Grand Slam, não posso me desconectar disso completamente", garantiu o sérvio. "Mas ao mesmo tempo existe um longo caminho pela frente e me dá um certo grau de responsabilidade para alcançá-lo. É sem dúvida uma das minhas ambições. Tenho 32 anos e ainda me sinto muito jovem dentro e fora da quadra".

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Sobre suas memórias da recente final histórica em Wimbledon, em que salvou dois match-points antes de derrotar Roger Federer no tie-break do quinto set, o líder do ranking classificou como um dos dois jogos mais emblemáticos de sua carreira: "Foi tão especial como a final do Australian Open de seis horas, em 2012, diante de (Rafael) Nadal. Mas não gosto de ficar olhando muito para o passado, exceto para me motivar".

Vencedor em 2011, 2015 e 2018, Djokovic entrará em quadra para tentar algo ainda inédito para ele, que é defender o título do US Open. "Já tive muito êxito nestas quadras, especialmente a Arthur Ashe, onde perdi poucas vezes na sessão noturna. O ambiente ali é muito diferente de Wimbledon e é preciso se adaptar".

Questionado sobre a entrada de Nadal e Federer no Conselho dos Jogadores, em que é presidente e tem encarado polêmicas, Djokovic foi político: "Tem sido um impacto para os jogadores que os três líderes do ranking estejam hoje no Conselho de 10 tenistas, acho que isso nunca aconteceu. Teremos reuniões proveitosas".

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