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Gauff revela tensão e agradece apoio da torcida
28/08/2019 às 11h44

Nova York (EUA) - Sensação na última edição de Wimbledon, onde venceu a compatriota Venus Williams na primeira rodada e depois foi até as oitavas de final, a jovem norte-americana Coco Gauff estreou com vitória nesta terça-feira no US Open. A tenista de apenas 15 anos revelou toda sua apreensão antes de entrar no Louis Armostrong Stadium e comemorou o apoio da torcida.

“Estava nervosa antes de entrar em quadra, é um palco muito grande. O público me ajudou o tempo inteiro, foi uma grande atmosfera e uma grande experiência para mim. Queria muito vencer, tivemos alguns ralis logos e com winners de ambos os lados. Vou ser honesta e dizer que não lembro muito bem da partida, está meio borrada para mim”, falou Gauff.

A promissora norte-americana comparou seu primeiro jogo em Flushing Meadows à estreia no All England Club e comentou as diferenças entre as duas partidas. “Foi diferente aqui porque em Wimbledon tinha muita gente torcendo para Venus e aqui era praticamente todo mundo me apoiando”, observou Gauff, que venceu a russa Anastasia Potapova de virada.

“Depois do primeiro set tive que resetar, esquecer o que havia passado e pensar bem o que faria no segundo", declarou a norte-americana, que agora terá pela frente a húngara Timea Babos e que pode cruzar com a atual campeã do torneio e número 1 do mundo, a japonesa Naomi Osaka, já na terceira rodada em Nova York.

“Falei com Naomi pela primeira vez em Miami, três anos atrás e acho que ela está jogando demais, é uma pessoa incrível e não posso dizer nada de mal sobre ela. Nossos pais se conhecem e ela sempre foi muito legal comigo desde que nos conhecemos, quando eu tinha ainda 12 anos”, lembrou Gauff, que preferiu não falar sobre um futuro duelo entre elas. “Estou focada na minha próxima partida”, resumiu.

Gauff também falou um pouco sobre sua preparação para o torneio e destacou uma exibição que fez contra a australiana Ashleigh Barty, atual número 2 do mundo. “Disputei uma exibição com Barty e isso foi muito importante, pois ainda não tenho muita experiência e jogos contra rivais deste calibre, definitivamente, ajudaram muito na minha preparação para o US Open”, comentou a norte-americana.

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