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Federer: 'Ainda sinto dor, mas nada que preocupe'
16/09/2019 às 16h24

Genebra (Suíça) - Eliminado do US Open nas quartas de final pelo búlgaro Grigor Dimitrov, o suíço Roger Federer chegou a pedir atendimento médico durante a partida e terminou sem mostrar sua melhor desenvoltura física, gerando dúvidas sobre sua participação no restante da temporada. Para acalmar os fãs e diminuir a preocupação, ele falou sobre o problema nas costas e garantiu que estará firme e forte para a disputa da Laver Cup.

“Ainda sinto um pouco de dor, mas nada que preocupe. Nos treinos não senti nada nas costas, isso tem acontecido mais na vida cotidiana. Posso jogar perfeitamente nesta semana, inclusive nas duplas”, afirmou Federer em entrevista ao 20 minuten. Na terceira edição da competição, será a primeira vez que ele jogará dentro de casa.

Depois de passar por Praga, na edição inaugural, e por Chicago, desta vez a sede da Laver Cup será a cidade suíça de Genebra. “Vai ser uma semana louca, temos uma grande equipe com Rafa (Nadal), (Dominic) Thiem, (Alexander) Zverev, (Fabio) Fognini, (Stefanos) Tsitsipas, (Roberto) Bautista e (Bjorn) Borg de capitão”, comentou Federer, destacando os companheiros de equipe europeia.

No outro lado, o Time Mundo reunirá os canadenses Milos Raonic e Denis Shapovalov, os norte-americano John Isner, Jack Sock e Taylor Fritz e o australiano Nick Kyrgios, todos eles sob o comando do norte-americano John McEnroe.

Saiba tudo sobre a terceira edição da Laver Cup

Federer mais uma vez falou da disputa pelo recorde de títulos de Slam entre ele, Nadal e o sérvio Novak Djokovic, algo que vê como saudável e importante para a divulgação do tênis. “Ter Rafa, Novak e eu em forma é ótimo para o tênis. Há também muitos jovens que estão surgindo e por isso temos que ganhar o máximo possível de Grand Slam”, comentou o suíço, que diz não ligar tanto por seus recordes.

“Todos sabem que Rafa e eu nos damos bem e estamos felizes um pelo outro. Claro que gostaria de manter meus recordes para sempre, mas o objetivo não é ser aquele que mais tem títulos. Já tive meu momento de bater recordes e ninguém pode tirar isso de mim. Se os outros conseguirem fazer o mesmo, ficarei felizes por eles”, finalizou o atual número 3 do mundo.

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