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Jarry culpa suplemento brasileiro por doping
14/01/2020 às 13h22

Melbourne (Austrália) - O chileno Nicolas Jarry é o mais novo tenista pego no antidoping. Ele testou positivo para Ligandrol (SARM LGD-4033) e Stanzolol, substâncias enquadradas na categoria de agentes anabólicos pela Agência Mundial Antidoping (Wada) e por isso foi provisoriamente suspenso das competições, ficando de fora do Australian Open e muito provavelmente da temporada sul-americana de saibro.

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A amostra positiva foi coletada em um exame de urina fornecido por Jarry no dia 19 de novembro de 2019, durante a disputa das finais da Copa Davis, sendo analisada por um laboratório da Wada em Montréal. No dia 4 de janeiro de 2020, o chileno foi informado do teste positivo, providenciou sua defesa, e a partir desta terça-feira 14 de janeiro está suspenso provisoriamente.

“Em novembro passado eu fiz dois testes de urina durante a Copa Davis, o primeiro não deu nada, mas o segundo detectou duas substâncias proibidas. O nível encontrado é incrivelmente baixo, o que não me daria benefício algum. Não tive a intenção de utilizá-las, sou totalmente contrário ao doping e vou agora tentar esclarecer as coisas”, disse o chileno em comunicado.

"Tudo indica que o caso foi de contaminação cruzada de um multivitamínico feito no Brasil que meu médico me receitou e que não deveria conter uma substância proibida sequer. Meus advogados estão trabalhando no caso para provar minha inocência e por isso estou cooperando totalmente com a Federação Internacional de Tênis (ITF)”, acrescentou Jarry.

O chileno ainda publicou uma mensagem na sua conta no Instagram que segue na mesma linha, afirmando ser contra a utilização de substância ilícitas e culpando o multivitamínico feito no Brasil pela contaminação.

 
 
 
 
 
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