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Apesar do vice, Mager comemora semana incrível
23/02/2020 às 22h32

Mager não apenas disputou sua primeira final da carreira como irá estrear no top 100 na próxima semana

Foto: Fotojump
Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) - Grande surpresa desta edição do Rio Open, o italiano Gianluca Mager chegou na final da competição saindo do quali e eliminando nomes como o do austríaco Dominic Thiem, principal favorito ao título, e do norueguês Casper Ruud, cabeça de chave 8 e campeão do ATP de Buenos Aires na semana passada. Ele acabou ficando com o vice, mas isso não o impediu de sair da competição esbanjando felicidade.

“Foi uma semana incrível, esse esporte é demais e uma semana faz toda a diferença. Em Buenos Aires perdi no quali para um jogador que era 300 do mundo e na semana seguinte faço minha primeira final de ATP 500. Foram sete dias de incrível emoção e essa final é um sonho de uma pessoa. Na minha cabeça não caiu ainda que realizei o top 100, amanhã acho que vou perceber o que fiz”, comemorou Mager.

O italiano não jogou juvenil e começou direto no tênis profissional, aos 18 anos. “Quando era jovem jogava para me divertir, não pensava em me provar seriamente no tênis e não sabia de muitas coisas. Amadureci com o tempo e passei a me sacrificar em prol do tênis, coloquei tempo e esforço nisso e tudo acabou se pagando”, afirmou o atual 128 do mundo, que entrará pela primeira vez no top 100, subindo para o 77º lugar.

Ao analisar a final deste domingo contra o chileno Cristian Garin, ele foi econômico nas palavras. “Fiquei feliz com a partida que fiz. Ele jogou muito bem, vinha do título em Córdoba”, resumiu o sorridente Mager, que também destacou os pontos altos da sua campanha no Rio.

“Quando soube que ia jogar com Ruud, que vinha da vitória em Buenos Aires, achei que seria um belo teste para provar meu momento no torneio, pensei em jogar um ponto de cada vez. Contra Thiem foi um jogo que teve paralisação e quando fui dormir estava na cabeça o fato de estar no meio de um jogo contra um top 5. Acordei nervosíssimo e tive que tentar me acalmar”, lembrou o italiano.

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