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Volta do circuito nos EUA pode estar sob risco
03/07/2020 às 09h56

Madri (Espanha) - A segunda onda do coronavírus em solo norte-americano, com números cada vez maiores e um recorde de 53 mil novos casos em 24h registados na última quarta-feira, de acordo com números levantados pela prestigiada Universidade Johns Hopkins, estariam colocando em xeque o retorno do circuito marcado para 14 de agosto em Washington e também a disputa do US Open.

Segundo apurou o jornal espanhol Marca, o sérvio Novak Djokovic, que além de número 1 do mundo é o atual presidente do Conselho dos Jogadores, alertou para a dificuldade do retorno do tênis nos Estados Unidos. Ele está preocupado também com eventual quarentena forçada aos tenistas quando chegarem na Europa para os torneios de saibro após o US Open.

Vale lembrar que no mesmo fim de semana que será disputada a final do Grand Slam norte-americano também começará o Masters 1000 de Madri. Só que enquanto o coronavírus parece ter sido controlado pelos países europeus, como Espanha, Itália e França, que receberão os três torneios mais importantes no saibro, o mesmo não ocorre nos Estados Unidos.

A USTA insiste na realização de seu Slam, também no Masters 1000 de Cincinnati, que foi transferido para Nova York, e no ATP 500 de Washington. Djokovic anunciou a seus colegas profissionais que solicitará que todas as despesas, tanto de viagem quanto de hotel, sejam cobertas no caso de cancelamento nos próximos dias de Washington, reembolsando os tenistas que já pagaram a viagem.

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Suzana Silva