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Zverev: 'Não mudará a minha relação com os outros'
20/11/2020 às 15h37

Londres (Inglaterra) - Como tem acontecido desde que estourou a acusação de agressão feita pela ex-namorada Olga Sharyova, o alemão Alexander Zverev teve mais uma vez que comentar o assunto. Após a derrota desta sexta-feira para o sérvio Novak Djokovic, que decretou sua eliminação do ATP Finals, o atual número 7 do mundo reforçou o discurso de antes.

“O que mais posso dizer? Já disse tudo que pude. É muito triste que esses tipos de acusações falsas possam causar tantos danos e que a atenção do esporte esteja tristemente desviada, mas é o mundo em que vivemos agora. Não há mais nada que eu possa fazer”, disse Zverev, que também garantiu não ver mudança no seu relacionamento com os outros jogadores.

“Todos estão bem comigo, a relação entre os jogadores e eu não mudará. Eles sabem o que está acontecendo”, comentou o alemão, que após a derrota com parciais de 6/3 e 7/6 (7-4), conversou brevemente com Djokovic. “Eu apenas desejei boa sorte a Novak no resto da competição. Nada mais”, descreveu o tenista de 23 anos.

Ao analisar a partida, Zverev destacou os saques do número 1 do mundo. “Foi muito difícil para mim e tive de ficar muito atrás para devolvê-los. Acho que comecei a jogar muito bem no segundo, mas então apenas alguns pontos decidiram o set. Todos os créditos para ele, que está fazendo um trabalho incrível. As duas semifinais serão muito interessantes e não vejo favoritos”, opinou.

O alemão também avaliou a temporada que se encerrou para ele. “Foi um grande ano, mas infelizmente perdi muitas partidas importantes, com destaque para as semifinais na Austrália, que poderia ter vencido, a final do US Open, que deveria ter vencido e a final do Masters 1000 de Paris. Portanto, foram muitos momentos difíceis, mas foi um ano bom para mim”, disse Zverev.

“A final do US Open obviamente ainda dói, mas é ótimo que esteja jogando neste nível novamente. Se fosse um ano normal, acho que estaria muito mais alto no ranking do que estou agora. Ainda assim, foi um bom ano e há muito o que construir para o próximo”, complementou o germânico.

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