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Rublev comemora alcançar números do Big Four
08/03/2021 às 11h44

Roterdã (Holanda) - Campeão do ATP 500 de Roterdã no último domingo, o russo Andrey Rublev não apenas conquistou mais um título na carreira, mas também conseguiu uma marca que o colocou ao lado dos principais nomes o circuito. Com suas 20 vitórias seguidas em ATP 500, ele tem agora a terceira maior sequência neste nível de evento, atrás apenas do suíço Roger Federer (28) e do britânico Andy Murray (21).

“Honestamente, não estava pensando nesses números até que a imprensa começou a me lembrar deles depois de cada jogo. Foi quando comecei a ler na internet que tinha uma sequência de 16 jogos, 17 jogos, 18 jogos vitórias e assim por diante”, afirmou Rublev, que deixou para trás outros dois nomes do Big Four. Superou as 19 vitórias seguidas do espanhol Rafael Nadal e as 17 do sérvio Novak Djokovic.

“Não é nisso que estou focando, mas tenho muito orgulho em saber que estou conquistando coisas que poucos jogadores fizeram”, afirmou o russo, que com seus 20 triunfos consecutivos em ATP 500, além de levantar a taça neste ano em Roterdã, também levou os títulos em Hamburgo, São Petersburgo e Viena na temporada passada.

Sobre a final contra o húngaro Marton Fucsovics, ele garantiu que foi um jogo bem equilibrado apesar da vitória por 2 sets a 0. “Foi uma dura batalha mental durante todo o primeiro set, foi apertado desde o início e ele esteve muito perto no placar em todos os momentos. Nós dois tivemos nossas chances naquele primeiro set e só consegui arrancar depois do 4-3", comentou Rublev.

“Quero dar os parabéns a Marton pelo jogo e pela semana inteira. É sempre muito difícil jogar contra ele e todas as quatro vezes que nos enfrentamos acabou que foram jogos dramáticos. Está fazendo um ótimo trabalho, fisicamente é um dos jogadores mais fortes no momento e não consigo pensar em outra pessoa que esteja mais forte”, destacou o russo.

Feliz por ter conquistado o título, Rublev espera poder voltar ao torneio holandês por muitos anos mais. “Foi uma ótima semana para mim, posso até dizer que foi um ano e meio muito bom. Veremos se nos próximos meses consigo manter essa inércia positiva, se consigo manter um nível tão alto e continuar a fazer parte do top 10”, finalizou o tenista de 23 anos e atual número 8 do mundo.

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