Será que enfim chegou a hora de Zverev?

Foto: Clement Mahoudeau/FFT

Os grandes adversários saíram do caminho, coisa que não aconteceu nas outras três tentativas, e acima de tudo o tênis mostrado nas duas semanas se mostrou muito bom, confiante, firme, seja no saibro seco como em condições frias e úmidas. Parece que tudo mesmo conspira para que finalmente Alexander Zverev ganhe seu primeiro título de Grand Slam.

Depois de superar com toda a autoridade o tcheco Jakub Mensik, na primeira semi da fase profissional do torneio em que os dois jogadores tinham mais de 1,95m, decidirá Roland Garros contra o italiano Flavio Cobolli, um amigo e um saibrista categorizado, que nem precisou entrar em quadra para chegar à inédita decisão de Slam.

Nas três finais anteriores que fez, Sascha sempre enfrentou um dos três primeiros do ranking. Perdeu chance incrível diante de Dominic Thiem, então 3º do mundo, no US Open de 2020, quando abriu 2 a 0 e sacou para o título no terceiro set. Quatro temporadas depois, decidiu Paris contra Carlos Alcaraz, também 3º, e parou no então líder Jannik Sinner no Australian Open do ano passado.

Desta vez, ele é quem ocupa o número 3 do mundo e seu adversário figura no 14º lugar. Dado curioso, quando chegou a sua primeira final de Slam, no US Open de 2020, Zverev também não derrotou qualquer top 20 nos seis jogos da campanha. Neste Roland Garros, Mensik e Rafael Jodar figuram como 27º e 29º colocados. Aliás, o alemão chegou neste sábado a 44 vitórias em Roland Garros e iguala o espanhol David Ferrer como os jogadores que mais venceram no torneio sem jamais chegar ao título.

A tão aguardada semi italiana não aconteceu porque Matteo Arnaldi passou mal durante toda a noite e não reuniu forças para entrar em quadra. Cobolli lamentou muito, mas chega ao ápice da carreira e atinge pela primeira vez o top 10 do ranking. Em caso de título no domingo, sairá de Paris como quinto colocado.

Cobolli se torna ao mesmo tempo apenas o quarto italiano a chegar numa final de Grand Slam na fase profissional, depois de Adriano Panatta, Matteo Berrettini e Jannik Sinner. Na história do país, apenas Nicola Pietrangeli, Panatta e Sinner ganharam Slam entre os homens e Francesca Schiavone e Flavia Pennetta, entre as mulheres,

Esta foi apenas a terceira vez desde 1968 que uma semi masculina de Slam não foi realizada por desistência antes da partida, repetindo Jim Courier contra Richard Krajicek, na Austrália de 1991, e Nick Kyrgios frente a Nadal, em Wimbledon de 2022.

Na entrevista dada hoje, Zverev tenta mostrar positividade e diz que a virada que levou em 2020 foi culpa de sua falta de confiança no segundo saque. “Foi um golpe com o qual tive dificuldades no passado, mas provavelmente é o fundamento que mais treinei em toda a minha carreira. Hoje não penso muito nisso. Quando vou sacar, decido o que quero fazer e simplesmente executo. Passei muitos anos trabalhando para melhorar o segundo saque”, garantiu.

Zverev e Cobolli já se enfrentaram quatro vezes no circuito e o alemão lidera o histórico por 3 a 1. Nesta temporada, houve uma vitória para cada lado. O italiano venceu na semifinal de Munique, mas perdeu nas quartas em Madri. Os dois também se cruzaram em Roland Garros na terceira rodada do ano passado e Zverev venceu em sets diretos.

Guto decide e chega ao número 1

O goiano Guto Miguel confirmou seu favoritismo de principal inscrito na chave juvenil de Roland Garros e tentará neste sábado se tornar o primeiro brasileiro a ganhar a chave juvenil de Paris, algo que tentamos outras quatro vezes sem sucesso, com Edison Mandarino (1959), Thomaz Koch (62 e 63) e Luís Felipe Tavares (67).

Ele levou a melhor no bom duelo nacional feito contra o mato-grossense Leonardo Storck, em que sua solidez fez diferença nos momentos importantes. Storck chegou a abrir 2/0 no terceiro set, porém Guto não se apavorou e venceu os seis games seguintes. Ele diz que ganhar Roland Garros tem sido a grande meta da temporada e que seu maior trunfo na campanha é a parte mental.

O pupilo do técnico Santos Dumont também garante outro grande feito, ao assumir o número 1 do ranking depois do torneio, algo que apenas Tiago Fernandes (2010), Orlando Luz (2015) e João Fonseca (2023) já fizeram. Caso derrote o norte-americano Michael Antonius, cabeça 13, neste sábado, se juntará a Fernandes, Fonseca e Thiago Wild como únicos brasileiros a ganhar um Slam juvenil de simples.

Tudo pode acontecer na final feminina

Apesar de ser cinco anos mais jovem, não restam dúvidas de que Mirra Andreeva entra com total favoritismo para faturar este Roland Garros. Às 10 horas de sábado, ela faz sua primeira final de Slam contra a grande surpresa do torneio, a polonesa Maja Chwalinska, oriunda do quali.

Andreeva tem mais bagagem, títulos importantes e ranking. É a primeira jogadora nascida a partir de 2005 a decidir um Slam, tanto entre as mulheres como homens. Seu problema, como de hábito, estará no controle emocional, principalmente diante das naturais frustrações e pressão de um momento de tal quilate. A presença da técnica Conchita Martinez, campeã de Wimbledon e vice de Paris, tende a ser um ponto muito favorável.

Chwalinska entra no seleto grupo de jogadoras que chegam a sua primeira final de nível WTA justamente num Slam, como aconteceu com Venus Williams (US Open de 1997) e Emma Raducanu (US Open de 2021). Outra façanha da polonesa é chegar na final logo em sua primeira aparição em Roland Garros, o que só ocorreu com Evonne Goolagong (1971) e Chris Evert (1973). Se ganhar, repete Emma Raducanu no US Open de 2021, até hoje única qualificada que ganhou dez jogos e conquistou o título.

A polonesa leva duas teóricas vantagens: muito mais variação tática, já que tem armas para mexer o ritmo do jogo, e a postura de franco-atiradora, sem nada a perder. Se vai conseguir usar tudo isso, é outra questão.

E mais

– Luísa Stefani e Gabriela Dabrowski sofreram uma dura derrota na semifinal, tirando um único game das lideres do ranking. O saque principalmente não funcionou e os voleios não tiveram profundidade ideal.
– Katerina Siniakova tentará o quarto título em Paris e já o 11º de Slam, enquanto Taylor Townsend busca o terceiro, sempre ao lado da tcheca.
– A final será contra Aleksandra Krunic e Anna Danilina, as vice-líderes da temporada. Elas também superaram Stefani no ranking individual e a paulistana aparecerá no 7º posto, dois acima do seu recorde pessoal anterior.
– Com a eliminação de Mensik, João Fonseca aparecerá no 25º lugar do ranking nesta segunda-feira. Ele só volta a competir na grama de Halle, dentro de nove dias.

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levI sIlvA
levI sIlvA
1 mês atrás

Sasha, enfim pode aposentar…conseguiu seu fugido Slam…!

Paulo H
Paulo H
1 mês atrás

Andreeva campeã RG… Aff! Já era demais aguentar essa baloeira e pusher no top 10… e agora com GS? Cenário sombrio na WTA. Não à toa Sabalouka nada de braçada. Iga ainda se esforça pra voltar. Svitolina guerreira, mas, acho que o tempo dela passou. Ribakina (uma de minhas favoritas) parece não querer o topo. As americanas Gauff e Pegula não parecem evoluir e ficam por ali brincando entre o top 6 e 3. Amanda Anisimova (minha outra favorita) não consegue superar seus “demos”. Me resta a Mboko como esperança.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo H

Baloeira? A ho que você e o Dalcim tem opiniões opostas sobre a Andreeva!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo H

Pior é Sr repetir aqui , este comentário sem noção lá do Site na íntegra. Chamar de baloeira uma jogadora com tantos predicados quanto Mirra Andreeva é simplesmente absurdo. Não vou repetir o que postei por lá, mas procure saber quem bateu Sabalenka na Final do WTA 1000 de 2025 , com apenas 18 anos e repetiu a dose batendo N 1 novamente em Indy 2026 . Possui 3 x 1 no retrospecto contra Iga Swiatek. Cenário sombrio da WTA ? . Atingiu no final de 2025, 1 Bilhão de seguidores em diversas plataformas. Lamentável!!!. Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

Nâo vou dizer que morro de amores pelo Zverev – mais por causa do lado pessoal dele – porém há que se reconhecer que ele é atualmente o que mais merece um Slam.
Outro, já aposentado, e que merecia, é o chileno Marcelo Rios, ex’ número 1 do mundo.

Zan
Zan
1 mês atrás

Dalcim, parabéns pelas análises nesse torneio. Sobre Sasha, considera que uma improvavel derrota do alemão provoque algo parecido com o que ocorreu com Coria, ao perder Rolanga para o compatriota azarão Gaudio? Ou seja, praticamente encerrou a carreira do favorito ao título que não conseguiu confirmar.
Já se ganhar, imagino que eleve um degrau seu jogo, em especial em decisões

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

E a pupila da competentíssima Conchita Martinez, nada mais fez, com apenas 19 aninhos recém completados , que ninguém exagerou nos 80 % a 20 no favoritismo. Surgiu um novo fenômeno na WTA , garantia de melhoria na qualidade de um Circuito imprevisível que somente cresce em popularidade, na faixa de 10 % ao ano . Abs !

AKC
AKC
1 mês atrás

Na amarelada de 2020, Thiem acabou levando um Slam que também já merecia – mas não naquele piso. O dele seria aqui, em Roland Garros. O mesmo raciocínio vale para Sascha: pelo histórico, o Grand Slam dele faria mais sentido num piso rápido, embora seus resultados no saibro também sejam sólidos.
Mas Slam é Slam. Não tem piso errado para levantar um troféu.
Zverev é favorito, sem discussão. Mas não descarto o fator mental. Ele vai entrar em quadra contra um adversário que não tem nada a perder.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  AKC

Eu discordo parcialmente pois o Zverev sempre se mostrou bom de saibro também.

AKC
AKC
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

“(…) embora seus resultados no saibro também sejam sólidos.”

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  AKC

Thiem já jogava bem na quadra dura antes do USO 2020, tendo sido vice no AO do mesmo ano e do Finals 2019, fora aquele jogaço contra o Nadal no USO 2018. Não foi nenhuma surpresa.

Berg
Berg
1 mês atrás

Que Roland Garros bizarro. Primeiro o favorito e atual campeão desiste do torneio por contusão. Depois o número 1 do mundo perde de virada, com 2 x 0 e 5 a 1 para o Cerundulo do Paraguai. Em seguida vem o aposentado Djokovic, que iludiu os fanaticos que acharam que ele venceria o 25°, perdendo de virada para o João. Daí esse mesmo João, que tava on fire, simplesmente faísca contra o Mensik, que logo em seguida faísca contra o Zverev. E na outra semifinal, o Arnaldi, que fez chover contra o Tiafoe, desiste depois de passar com outra desistencia nas quartas do Berretine. E vou nem falar do feminino, a numero 1 levando 10 games seguidos é ridiculo, e para uma tenista que seria eliminada na semi por uma baloeira do caramba. E na outra semifinal, a Ucraniana sensação fez partida ridicula contra Andreeva. Esquecível esse RG 2026. Menos para nós brasileiros que viveu um pouco do Guga no João.

Atilio
Atilio
1 mês atrás
Responder para  Berg

Cerúndolo da Argentina….

Berg
Berg
1 mês atrás
Responder para  Atilio

Desculpe não ter colocado as aspas no nome Paraguai, pois estava me referindo que o Cerundolo que venceu o Sinner é o falso… rsrsrsrsrs. O Verdadeiro seria o Francisco!

Rbclima
Rbclima
1 mês atrás
Responder para  Berg

Muito estranho mesmo hehehe. Só esqueceu do Gutão amassando geral!

FugiL
FugiL
1 mês atrás

Sinceramente um cara com histórico de acusações de agressões à mulheres é covarde (adjetivos mais corretos talvez sejam censurados aqui), talvez devesse estar preso e não jogando tênis na elite. Torcerei muito para uma (bem) amarga decepção do alemão covarde.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  FugiL

Como as pessoas tem dificuldades em separar o pessoal do profissional.
Menos mal que tu é perfeito e nunca cometeu nada de errado na tua vida né?

LUIZ
LUIZ
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Não tem porque fazer esta separação. O atleta é um ídolo popular, e tem que ter um mínimo der caráter.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  FugiL

Para variar o Sr FugiU do assunto. Estamos num fórum de debates sobre Tênis, a vida pessoal de cada Esportista fora de quadra , interessa somente aos Tribunais de justiça. Abs !

Mauricio
Mauricio
1 mês atrás
Responder para  FugiL

Deve estar muito bem informado a respeito dessas “acusações”. Depois repasse para todos a respeito de detalhes desses processos.
Dito isso, torço contra ele por ser um mimizento no tênis !

Magari
Magari
1 mês atrás

Quando escrevi dias atrás que era a grande chance dele teve quem zombasse de mim, que seria Ruud ou qualquer outro. Zverev tem vários ATP 1000, dois ATP finals mas eu sempre comentava que para ganhar um Slam só se houvesse uma conjunção de astros em que Sinner e Alcaraz ficassem de fora do seu caminho. Aconteceu. Se não aproveitar as chances…

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

o italiando nao vai amarelar

Rafassiner
Rafassiner
1 mês atrás

Já falei a muito tempo que seria um italiano o campeão, e vcs sabem que dificilmente eu erro nos palpites.

Sergio
Sergio
1 mês atrás
Responder para  Rafassiner

Mas não era o “maior de todos no saibro”, o Sinner, na sua opinião?! Mudou de ideia ou criou juízo?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Rafassiner

Sim, você falou que seria o Sinner e errou. Deve errar de novo também, salvo uma catástrofe.

Rafassiner
Rafassiner
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não falei.

Realista
Realista
1 mês atrás

A não ser que ele tenha um piriri ou que seja abduzido por um ovni made in brazil, finalmente o Sasha poderá entrar no Hall dos vencedores de slam.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Realista

Grande favorito, sem dúvidas.
Mas tem histórico de amarelar e o Cobolli é um tenista muito bom e em ascensão.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Com bigtitles para dar e vender, inclusive Ouro Olímpico e 2 ATP Finals em Sets diretos, histórico de “amarelar “, beira o ridículo. Vimos o que fez com ” goat ” em Tóquio. A queda mental contra Thiem no USOPEN 2020 , com direito a perder Match-point , nada tem tem a ver com as Finais perdidas para Sinner e Alcaraz. Dupla que levou os últimos 9 Slam desde Jan/2024 . Ou Sr Paulo F , vai assumir que ” goat ” amarelou nas 3 que perdeu para Carlitos, sendo 2 na Grama Sagrada? . Leia o Post de hoje na íntegra , para parar de repetir uma groselha sem tamanho de lunáticos…rs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esquece um pouco teu ódio pelo Djokovic, Ribeiro.
Ninguém está falando dele por aqui.
Apenas falando dos finalistas de amanhã.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Ódio de que Sr F. ???. Acima estão fatos que aconteceram realmente. Djokovic fez parte desta história . Não respondestes a pergunta. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se eu formos falar de amarelar, teremos que falar de Roger Federer também…

Tribunal de Roland Garros
Tribunal de Roland Garros
1 mês atrás

Zverev deve ser campeão salvo uma amarelada tsunamica. Na final feminina, Andreeva é uma atleta desde muito jovem moldada paraxser campeã, se não vencer amanhã terá novas oportunidades. Maja Chwalinska é a realidade de grande parte do circuito, dificuldades financeiras, lesões, saúde mental. Mas é uma pessoa leve e sem a arrogância que está enraizada em muitos atletas no circuito. Mas ela tem um jogo diferenciado e de muitas armas técnicas apesar de não ter potência. Vou torcer para a polonesa derrubar todas as projeções a favor de Andreeva nesta final.

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás

Se não ganhar agora não ganha mais não! Deu sorte da saída do Sinner e principalmente da ausência do Alcaraz, porque com esses dois o buraco é mais embaixo. Mas como ele não tem nada a ver com isso, que aproveite bem essa oportunidade. Vamos ver!

Edil
Edil
1 mês atrás

Chegou a hora do Alemao. Se nao aproveitar esta, adeus. Um pouco de sorte no chaveamento e uma zebra soltinha, sao ajudas sem fim. Apenas um top 10 na final porque o Italiano vai entrar ali pela primeira vez. Deve ganhar.

Mauricio
Mauricio
1 mês atrás

Dalcim, acredito que seriam 2 abaixo.
“ Stefani no ranking individual e a paulistana aparecerá no 7º posto, dois acima do seu recorde pessoal anterioR”.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

A galera insiste em não perceber que a escalada do ranking vai de < 1000 a 1.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás

Dalcim,

Gostou do nível do tênis jogado nesse RG sem a presença de Alcaraz e a eliminação precoce de Sinner.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás

Agora é a vez de torcer pelo Zé

Joanisson Lima barros
Joanisson Lima barros
1 mês atrás

Dessa vez esse título não escapa pra Sverev. Ele merece!!!!!!!

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Joanisson Lima barros

Merece mesmo.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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