Sinner confirma e reinicia contagem de Slam

Apesar do desastre físico em Roland Garros, o italiano Jannik Sinner chegou a Wimbledon como favorito para o bicampeonato. Claro que havia incertezas sobre o ritmo que conseguiria diante de outra forte onda de calor que assolaria a Europa, mas desta vez o número 1 do mundo controlou bem sua intensidade. Sem falar que foi ajudado pela sequência de surpresas no torneio, que tirou de sua frente adversários de real gabarito até a semifinal.

Daí em diante, descansado e confiante, Sinner foi Sinner. Do saque à devolução, da cobertura espetacular de quadra – algo nada fácil na grama lisa – ao poder ofensivo, seja com seus golpes pesadíssimos da base ou com a cada vez mais frequente transição à rede. O heptacampeão Novak Djokovic, que parecia uma ameaça, foi impiedosamente dominado e escapou de placar avassalador. O agora número 2 do mundo Alexander Zverev se mostrou bem mais competitivo, endureceu dois sets e só então se rendeu à qualidade evidentemente superior do oponente.

Imagino que o bicampeonato na grama sagrada tenha sido um grande alívio para Sinner. Ele repete os dois títulos consecutivos de Carlos Alcaraz, em 2023 e 2024, e reinicia a contagem de troféus de Grand Slam, interrompida 12 meses atrás. Sofreu decepções, como o vice no US Open para o espanhol, a queda em cinco sets na semi de Melbourne para Djokovic e acima de tudo a derrota tão precoce em Roland Garros, quando era o bicho-papão de um saibro sem Alcaraz.

Ainda aos 24 anos e nove meses de idade, Jannik já supera nomes gigantes do tênis, como Jim Courier, Guillermo Vilas e Manolo Santana, todos com quatro Slam na carreira, distanciando-se ainda mais de outros grandes como Andy Murray, Stan Wawrinka, Arthur Ashe e Guga Kuerten. Quem sabe, venha também o segundo título em Nova York, aí sim sob sua melhor superfície, e isso o colocaria em igualdade com Boris Becker e Stefan Edberg.

Mais do que números e estatísticas, o fato é que Sinner se torna um jogador cada vez mais completo, algo que havia se proposto assim que acabou a campanha de Nova York, ciente que estava alguns passos atrás de Carlitos. Já soma quase 8 mil pontos na temporada e a única dúvida é se ele vai competir em Montréal e Cincinnati, onde existe o desafio do desgaste físico no verão norte-americano, e assim tentar se manter invicto em Masters 1000.

Quanto a Zverev, o fantasma dos vices na quadra de grama permanece, mas o campeão de Roland Garros não tem do que reclamar. Fez um ótimo Wimbledon, acabou com o jejum que tinha diante de Taylor Fritz e se estabelece como a maior ameaça à liderança do italiano, já que está “apenas” 1.410 pontos atrás na classificação da temporada. É verdade que a 10ª derrota seguida para o italiano machuca, mas Sascha mesmo sabe que isso apenas ratifica a diferença técnica, física e mental entre eles.

Noskova: do campo para a grama

A nova campeã de Wimbledon tem apenas 21 anos, origem rural, nunca pensou realmente grande sobre sua carreira no tênis e ainda não sabe o quanto a conquista do primeiro troféu de Grand Slam irá alterar sua vida daqui para a frente.

Linda Noskova, no entanto, mostrou personalidade e isso a coloca com potencial para muito mais. Numa final diante da amiga Karolina Muchova, que levava a experiência de já ter decidido Roland Garros, mostrou maior estabilidade emocional, abriu larga vantagem no placar e, acima de tudo, soube se perdoar depois dos cinco match perdidos no 5/2 do segundo set.

“Não fui criada como uma futura campeã de Slam”, apressou-se a dizer na entrevista oficial. “Por isso, me considero uma forasteira, não deveria estar aqui. O top 10 nunca foi meta e Wimbledon sempre pareceu apenas mais um torneio”. Essa visão um tanto mais simplória foi fruto direto do apoio, mas total falta de pressão, da família. Claro que, quando tirou Iga Swiatek e fez quartas no Australian Open do ano passado, os olhos do circuito se voltaram para ela.

Noskova nasceu na minúscula Bystricka, vila de apenas mil habitantes, cercada de florestas e montanhas, algo que explica sua posição tão favorável ao meio ambiente. O pai trabalhava na via férrea e a mãe era gerente de loja, mas fez bicos em limpeza e lavanderia para erguer fundos e bancar a carreira da filha. Ivanna faleceu de câncer há dois anos, poucos dias antes de Wimbledon começar, mas Linda foi lá e ainda ganhou uma rodada.

O sucesso do tênis tcheco? “Somos um país pequeno e fica mais fácil olhar tantos tenistas importantes que tivemos e pensar: se eles fizeram, por que não eu?”. Ela admite ser cheia de superstições e toques, como usar a mesma pia e chuveiro ou fazer o aquecimento exatamente da mesma forma, mas espera que isso mude, ao menos um pouco, agora que é uma campeã de Wimbledon e uma das sete melhores do ranking.

O vice de Stefani e a façanha de Guto

Ainda não foi desta vez que Luísa Stefani se tornou uma campeã de Grand Slam em duplas femininas. Ela e a canadense Gabriela Dabrowski talvez tenham sentido o momento e não repetiram as atuações das rodadas anteriores. O primeiro set frente à experiente Kristina Mladenovic e a novata Hanyu Guo foi muito abaixo do padrão, ainda que a chinesa tenham feito uma belíssima apresentação quase o tempo todo.

Depois, a dupla da brasileira ficou mais firme com o saque e teve pequenas oportunidades, principalmente no importante oitavo game do segundo set, quando faltou voleio matador para obter a vantagem e quem sabe esticar a decisão. Ciente de que caíram de nível na hora mais importante, Stefani ainda esclareceu que a contusão no cotovelo será avaliada para a fase da quadra dura e talvez as duas só voltem a competir em Toronto.

Saem de Wimbledon como vice-líderes da temporada e vaga assegurada no WTA Finals de Indian Wells, além do histórico quarto lugar do ranking mundial para a paulistana de 28 anos, que sobe mais três degraus.

O sábado também viu mais uma grande conquista de Guto Miguel, agora nas duplas juvenis de Wimbledon, o que reforça sua liderança na lista internacional, algo que se tornou um dos objetivos deste segundo semestre, já que terminar como número 1 rende bônus e mordomias para 2027. Por muito pouco, Naná Silva e Victoria Barros também não ficaram com o título.

O futuro do tênis brasileiro segue muito promissor.

Quem levou o Desafio

Paulo Moreira foi o vencedor do Desafio de Wimbledon, ao indicar com incrível precisão tanto o placar da vitória de Sinner sobre Djokovic, por triplo 6/4, como errar a duração da partida por apenas três minutos. Assim, ele receberá pelo correio a espetacular biografia de Maria Esther Bueno, “Maria, A Vitória da Arte”, de autoria de Odir Cunha e publicada pela editora Verbo Divino. Paulo deve mandar seus dados para envio aqui ou no email [email protected].

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Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás

Aí, Sr. SR, Messi se tornará GOAT amanhã se vencer a Copa, especialmente se for decisivo?

Ele empataria com Pelé em Copas vencidas em campo e certamente ficará com 9 Bolas de Ouro contra as 7 honorárias do brasileiro. Bom, eu já disse que 4 das que o argentino venceu foram fake, enquanto as 7 do nosso jogador são incontestáveis.

Vai render uma boa discussão sem dúvida.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ambidestro, emérito Cabeceador, velocidade de 100 metros rasos em 10,6 s ( índice Olímpico na época) , Lionel Messi não é, caro Sr Paulo Almeida. Três Copas do Mundo ( veja gol Antológico contra México antes da lesão em 62 ) , Messi não tem como igualar. Somente Internautas que não o viram jogar , admitem esta heresia. Lionel destruíu foi o segundo lugar do midiático Dieguito. Fez simplesmente 40 % melhor que seu Conterrâneo. Dito isso , Espanha leva a Copa , não tem medo de ninguém. Daí ser a atual Campeã da Europa e invicta a 37 jogos. Aguardemos. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 dia atrás
Responder para  Paulo Almeida

É, não deu e nem merecia. Que massacre tático da Espanha na pobre Argentina.

Pelé segue intocável.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 dia atrás
Responder para  Paulo Almeida

Apesar de mais velho que eu , caríssimo Piloto, sabe das coisas….ABS !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 dia atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Com certeza, já que nasci em 428 A.C.

Rsrsrs, abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 dia atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pensei que foi em 237 D.C rs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ou 428 dW (depois de Wimbledon), rssss.

Jonas
Jonas
4 dias atrás

Para quem gosta de comparar as carreiras desses tenistas diferenciados, vamos a uma que considero particularmente interessante: Djokovic (maior tenista da história) x Sinner (melhor tenista da atualidade). Eu já tinha a impressão de que eram muito próximos, mas me surpreendi ainda mais ao conferir os números.

A comparação pega a dupla aos 24 anos e 11 meses, idade atual do italiano e do sérvio em abril de 2012:

Grand Slams: ambos tinham 5
ATP Finals: 1 para Djokovic e 2 para Sinner
Masters 1000: 11 para Djokovic e 10 para Sinner
Total de títulos: rigorosamente empatados com 30 títulos
Semanas no topo do ranking: 44 para Djokovic e 80 para Sinner

1) O circuito da época considero mais forte. O sérvio tinha como rivais Nadal, Murray, Federer, Wawrinka, Berdych, Tsonga, Nishikori, Del Potro etc, mas isso não o impediu de ser o principal nome do tênis até 2016. O sérvio chegou a 12 Slams pouco depois de completar 29 anos. O que fez enorme diferença foi ter vencido outros 12 Slams após completar 31 anos. Nadal chegou “perto”, com 8 Slams.

2) Sinner tem em Alcaraz seu principal rival geracional, assim como Djokovic teve Nadal como maior rival da carreira. Os outros nomes da atualidade são um Djokovic de 39 anos, Zverev de 29, Medvedev, Rune, Draper etc e a geração de Fonseca/Jodar.

3) Para quem ficou curioso sobre o Alcaraz, a carreira dele é bem parecida com a do Nadal em termos de precocidade. O espanhol terá cerca de 23 anos e 4 meses no próximo US Open.

4) Nadal venceu 3 Slams em 2010, temporada em que completou 24 anos. Ele terminou a carreira com 14 Roland Garros e 8 Slams (após 30 anos), finalizando com 22 Slams. Eu particularmente não acho simples o Alcaraz superar essa marca tendo Sinner como rival.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 dias atrás
Responder para  Jonas

Adoro comentário bem fundamentado. Não é à toa que amo a Matemática e a Estatística.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Exato . Carlos Alcaraz não conseguiu apenas 7 Slam e 8 Masters 1000 antes dos 23 anos . Bi Campeão em RG , Bi Wimbledon, Bi USOPEN, 1 AOPEN, ou seja , em Todos os pisos. Feito inigualável em Toda a ErA Profissional. Todos ganhos com Jannik Sinner presente. E Mestre Jonas afirma categoricamente que ” acho difícil que Carlitos supere esta marca tendo Sinner como rival “. Comentário muito bem fundamentado …rs . É difícil não achar graça nos fanáticos Kombistas. Rsrsrs, Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O Alcaraz, assim como qualquer atleta, é analisado não só pelo que já conquistou mas pelo que continua fazendo torneio após torneio. Os 7 Slams dele não garantem recordes futuros e não confirmam que ele será maior que o Sinner, hoje com 5 Slams e contando.

Você deve saber que Nadal tinha 9 Slams aos 24 anos e Djokovic apenas 1 Slam aos 23 não? Se o tênis fosse tão previsível assim não teria graça rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

A análise é em cima de quem levou RG 2025 e USOPEN 2025 para cima exatamente de SInner. Quando este defendia o Bi no AOPEN 2026 , novamente Carlos Alcaraz foi o Campeão. Ou será que o fundamentado comentarista que levar em consideração RG e Wimbledon 2026 , que somente Sinner participou ? . Assim não tem graça não é mesmo Sr Jonas…rs. Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O espanhol precisa continuar ganhando para entrar em qualquer debate sério. Fatos são fatos: Sinner tem 5 Slams e vem de duas vitórias sobre Alcaraz. O italiano não é o tipo de atleta que vai facilitar a vida do espanhol, muito pelo contrário, segue em evolução.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

E desde quando Alcaraz facilita , meu caro ? . Tem retrospecto positivo inclusive em Finais de Slam. Vem de duas vitórias sobre Carlitos e daí ? . Faz 25 em Agosto com 2 Slam a menos , para um cara que acabou de fazer 23 . Sr liga , cara !!!. Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você tem enorme dificuldade em entender as coisas. Alcaraz pode “roubar” Slams do Sinner e vice-versa, até acredito que acontecerá algo assim.

Porém o italiano é um adversário à altura, que ficará no circuito pelos próximos 10 anos e vai causando problemas, do mesmo modo que Djokovic fez com Federer e Nadal. Foi tirando Slams, masters 1000, Finals etc.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Eu também. E contra números não há argumentos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Exato. Contra os números imbatíveis de Carlos Alcaraz até aqui , nem Bjorn Borg e Rafa Nadal deram jeito, não é mesmo caríssimo Piloto… Rsrsrs,Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Borg sim, com 23 anos e 4 meses (idade do Alcaraz no próximo US Open, ele tinha 8 Slams. Borg com 25 anos já estava com 11-12 Slams.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Concordo, mas eu também aguardo a reta final como sempre, que é o que conta. Rsrs, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 dia atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pois é, jamais vi alguém ganhar medalha de ouro na maratona porque cruzou a metade da prova na frente.
Teve um brasileiro que talvez fosse ganhar, mas, a sorte deu-lhe um maluco que o abraçou a poucos metros da chegada.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Sou economista. Você é da área de Exatas?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sim, você já disse. Sou sim.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Djokovic aos 24 anos e 11 meses , tinha 1 semana apenas como N 1 do Mundo. Jannik Sinner já possui 80 semanas acumuladas como TOP 1 do Mundo. Performance bem superior na mesma idade , não achas fundamentado comentarista ??? ..rs . Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Errado, ele venceu seu 5° Slam aos 24 anos e 8 meses. Pesquise direito e deixe de ser fanático.

Vou te ajudar nas contas: Djokovic iniciou sua primeira semana no topo em julho de 2011… agora continue, você consegue.

Última edição 3 dias atrás by Jonas
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

PS : Djokovic em 2012 e 2013 ( ano que completou 26 anos ) somente venceu 1 Slam ( total de 2 ) . Veja quantos Jannik Sinner disputará até completar os mesmos 26 …rs . Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Claro, com a concorrência de Nadal, Federer, Murray e Wawrinka nesse período, além do Slam anômalo que teve Cilic X Nishikori na final, já contando o ano de 2014. Nem em 2015 e 2016, GOAT dos esportes conseguiu fechar o Slam.

O circuito é bem mais fraco hoje, como bem pontuou Safin. Abs!

Rogerio Silva
Rogerio Silva
3 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Paulo,
o Safin fez uma comparação de tenistas com a carreira completa X tenistas ainda jogando.
Comparação incoerente.
Ninguém pode afirmar como irão se aposentar os atuais jogadores.
Você que gosta da frieza dos números entende o que estou falando.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 dias atrás
Responder para  Rogerio Silva

Mas ele acertou ao dizer que o circuito atual é mais fraco do que o da época do Big 4.

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então você consegue prever o futuro, rs.

Vamos ser óbvios aqui, em torneios de simples apenas um atleta sai como vencedor. Se você quer tanto que Sinner vença Slams eu te digo que isso pode acontecer, mas também significa que o Alcaraz não irá vencer esses torneios.

O tênis é um esporte imprevisível, o italiano estava desde Wimbledon 2025 sem levantar um troféu de Slam. Não adianta chorar, o esporte é assim, sempre foi.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Olha , olha , quem está falando enorme groselha , para variar . Tu é que postastes números que te interessavam . Daí dizer que difícil Alcaraz chegar tão longe ( devido a Sinner) , és o sabichão prevendo o futuro, e não eu rs . Os dois garotos venceram simplesmente 12 Slam desde 2023. Sete para Carlitos e 5 para Sinner. Abreviaram a carreira do ” goat ” . Mas fico feliz da Kombi sair do muro e abraçar Sinner. Alcaraz ao vencer Wimbledon 2023 para cima do ” goat ” caiu em desgraça. Impediu o sonho dos 4 Slam ( dados como certos) para sempre. Os dois garotos jogam mais que o Big 3 na mesma idade. Sem choro!!!. Rsrsrs,Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Todos os dados que postei são verdadeiros, você que se equivocou e até se corrigiu duas vezes. Primeiro afirmou que Djoko tinha 1 semana no topo e segundo que Sinner havia chegado ao 5° Slam antes do Djokovic, o que também é falso.

Eu não disse que o espanhol não irá chegar longe, apenas apontei que não será fácil ele bater a marca do Nadal. Para isso ele precisa vencer pelo menos 23 Slams, não é tão simples, goste você ou não.

Sobre Sinner, eu o elogio desde 2020 nesse espaço e adoro ver ele jogar. É muito melhor ver ele dominar o tênis do que o Alcaraz. E ele bater um Djoko de 39 anos não é surpresa, Federer perdeu até pro Andujar com essa idade.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Correção : Com 24 anos e 11 meses , Djokovic realmente com as 44 semanas ( perdeu o N 1 para Federer pós Wimbledon 2012 ) , contra as 80 de Jannik Sinner que não perde tão cedo…Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se o italiano seguir como número 1, ele vai travar a carreira do Alcaraz em termos de ranking. Nadal encerrou sua carreira com 209 semanas, muito abaixo das 428 do Djokovic. Não é isso que Alcaraz quer.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Vai travar coisissima nenhuma. Alcaraz no momento é incógnita. Mas lembremos que Federer retornou já ganhando Slam . Se Espanhol voltar bem , pode lutar pelo N 1 já em 2027 / 2028. Tem apenas 23 anos , não se esqueça. E muito maduro na Turma. Aguardemos. Abs !

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Alcaraz pode voltar ao número 1, porém isso não indica que ele ficará várias semanas no topo. Federer ficou apenas 25 semanas após completar 29 anos, foi engolido pela consistência do Djokovic.

O espanhol precisa somar mais semanas que o Sinner, não é suficiente terminar a carreira com menos, obviamente.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Foi engolido por ” goat ” coisa alguma. Houve Murray e principalmente Nadal . Em 2016 Djokovic não resistiu a pressão com Sir Andy em seu cangote, e se entregou no último Torneio . Foi abraçar árvores em 2017 . Tua soberba não bate com um ” goat ” que somente tem o AOPEN como maior vencedor. Djokovic é o mais eficiente jogador da história, e fica por aí. ” goat ” jamais e ele sabe disso. Daí querer sempre ser mais ” amado” … rsrs. Abs !

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Claro que foi. São 428 semanas no topo contra 25 apenas desde 2011, quando o suíço tinha menos de 30 anos. O Djokovic não deixava Federer permanecer na ponta.

E mesmo com uma queda de nível natural em 2017, que pode e deve acontecer com qualquer um, Djokovic voltou a dominar em 2018 batendo o próprio Federer diversas vezes.

No mundo real ele foi o tenista mais velho a encerrar uma temporada como n1 (2023) e também o mais velho número 1 da história, com 37 anos e poucos dias.

Pode chorar, reclamar, espernear mas isso não altera o curso da história.

Jonas
Jonas
3 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Federer ficou só 12 semanas como número 1 em 2012. Ele perdeu de novo a liderança pro Djokovic, que fechou a temporada 2012 no topo, batendo o próprio Federer no Finals.

Hoje, o sérvio é o recordista com 8 temporadas encerradas como número 1, além de ser o número 1 mais velho da era profissional.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
3 dias atrás
Responder para  Jonas

Número 1 mais Velho ?, Quantos meses a mais que os 36 anos e 1/2 de Federer? . Craque Suíço ficou 310 Semanas , sendo 237 Consecutivas. Recorde imbatível que ficará eternizado . ” goat ” atingiu ” somente” 122 . Sinner/ Alcaraz, podem quebrar grande parte dos bativeis recordes do Sérvio. Os 14 RG do Touro Miura , é outro recorde que o buraco é mais embaixo…rs. Abs !

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Errou de novo. Djokovic perdeu a ponta em 2024 apenas, já com 37 anos, vá pesquisar e pare de ficar chorando.

E o sérvio também finalizou 2023 como número 1. Federer ficou para trás, a última temporada dele encerrando no topo foi em 2009, acredite se quiser rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 dias atrás
Responder para  Jonas

Que diferença enorme de 36 e 1/2 para 37 não é mesmo ? rs . Roger Federer terminou 2019 aos 38 anos como N 3 do Mundo. Feito não igualado pelo ” goat ” de todos os Esportes…rs. Abs !

Jonas
Jonas
2 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Estamos falando sobre topo do ranking, amigo, é outro nível. Djokovic é o tenista mais velho a terminar uma temporada como número 1, goste você ou não, abs!

PAULO A.
PAULO A.
2 dias atrás
Responder para  Jonas

Sensacional post! Parabéns e continue colaborando.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
5 dias atrás

Bom dia,

Como dito por alguns personas, o Alcaraz volta em agosto, em Cinci para defender o título deste master.

Acho prematuro , mas se o Senhor Dr.Cotorro o liberou, é porque está curado do punho, esse mesmo médico, foi o que cuidou do Nadal a carreira toda, então bamosss bamosss Carlos.

Vamos ver como ele vem, como vai ser a resposta do pós -cura, e ver se ele vem na mesmo forma, ou se prevaverá, e neste circuito atual, onde o fisico prevalece, e também quem bate mais forte na bola ganha, kkkkkkk

Então , boa sorte ao espanhol, e como é bom ver, que ele vai voltar ao circuito, vamos ver os treinos, e como ele vai se comportar em quadra, haverá receios, mas acredito que volte a normalidade, conforme vai ganhando confiança, vamo ver, e na torcida.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
5 dias atrás

Finalmente saiu a inscrição de Carlos Alcaraz para Cincinnati. Jannik Sinner está inscrito também em Montreal, mas seu Staff ainda não confirmou presença no Canadá. JF confirmou presença em ambos os Masters. Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
5 dias atrás

Espero que o Grigor Dimitrov não pare tão já. Dá gosto de vê-lo jogar. No jogo contra o tcheco Dalibor Svrcina, executou um bate-pronto de improviso que foi uma pintura.
Um dos mais talentosos que já vi. Hoje perdeu pro Nuno Borges, mas continua competitivo e fazendo valer a pena cada centavo do ingresso pago.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
5 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Esse eu gosto de ver jogar Mauricio, mas peca pelo mental na maioria das vezes, e o bom de ver, que mesmo aos 35 anos, está competitivo, gostaria de vê-lo levar um grande título, a gira da grama, parece o mais propicío para ele, não sei porque, mas nos outros pisos, ele também é bom, esse mereceria levar pelo menos um slam…

Groff
Groff
3 dias atrás
Responder para  Evaldo Moreira

Evaldo, meu caro, você falou em vê-lo levar um grande título, mas acho que seria “mais um grande título”, pois ele foi campeão do Finals em 2017! O maior título da ATP, que o gênio Rafa Nadal nunca teve (acho que foram duas finais, perdendo pra RF e Nole). Abraço!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
6 dias atrás

Tomara que as noticias sobre a provável liberação de Alcaraz sejam verídicas. E o Dr Cotorro tem ampla capacidade e credibilidade. Cincy a vista, para a alegria da maioria absoluta dos aficcionados por tênis…

Hendrix
Hendrix
6 dias atrás

Dalcim,
Me surpreende nas suas colunas a forma com que você tenta sempre relativizar os feitos de Sinner, mesmo diante de incontestáveis evidências da sua grandeza.
Dizer que ele “teve sorte” de não enfrentar jogadores de ranking maior antes da semifinal é uma blasfêmia. Todos os jogadores do circuito, exceto Alcaraz, são fregueses contumazes do italiano, logo isso não faria diferença alguma no resultado final do torneio.
O que falta para você se render ao italiano, Dalcim? Acredito que você possa reverenciar o seu ídolo sérvio (como sempre faz) e o gênio Alcaraz, e ao mesmo reconhecer e admirar os feitos espetaculares de Sinner.
Vamos Dalcim, você consegue!
Abraços

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
5 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Eita resposta porreta, kkkkkkkkkk, eu sempre que leio a sua coluna, costumo 2 x, e pena, que tem pessoas como esse ai, pelo amor de Deus, acorda fiiiiiii.

È mestre, a sua paciência , admiro a sua paciência para certos tipos de pessoas…

Thiago Silva
Thiago Silva
5 dias atrás
Responder para  Hendrix

Ano passado o Sinner quase perdeu do Dimitrov, enfrentar jogadores fracos na grama faz muita diferença sim.

Danilo
Danilo
6 dias atrás

Entressafra de verdade foi o período entre 2018-2023, com o maior beneficiado sendo Djokovic, o que permitiu empilhar Slams após os 30, idade em que deveria começar a ganhar muito menos, pois geralmente existem tenistas cascudos na faixa de 22-26 anos que começam a ganhar os principais torneios. O Federer após os 30 tinha esses adversários (os próprios Nadal e Djokovic, além de Murray em grau menor) e por isso ganhou menos Slams após os 30.

Além disso, Nadal após os 30 começou a sofrer cada vez mais com o físico, entrando em desvantagem contra o sérvio até no saibro (não tinha mais a qualidade defensiva que o Federer precisou encarar), o que explica tb as maiores derrotas do espanhol pro sérvio em RG, além do casamento de jogo, é claro (muito mais fácil lidar com o top spin de canhoto com esquerda de duas mãos).

Agora que surgiram dois jogadores mais cascudos, o tenis limitado e robótico do sérvio começa a acusar o golpe, afinal seria necessário mais armas de ataque e mais variação para atrapalhar o Sinner, que é uma versão mais jovem e evoluída desse tipo de jogo. Engraçado é o pessoal acreditando que o sérvio teria chances em Wimbledon por ser um jogo mais rápido e menos « físico », onde ele poderia se impor sendo agressivo? E com que armas? Se até no auge ele ficava passando bola esperando o Federer errar ou subir pra rede de forma precipitada, não é aos 39 que ele vai ter recursos para ser agressivo contra o italiano kkkkk. Pessoal olha os números do sérvio e acha que ele joga mais do que realmente joga kkkkkk

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Danilo

Agora voltemos à realidade: Nadal ganhou 8 Slams após os 30 anos, sendo o último com 36 em 2022. Venceu o GOAT 2 vezes em RG e perdeu uma, venceu as 3 em Roma e 1 em Madri já trintão. O sérvio ganhou do espanhol em Monte-Carlo duas vezes, Madri uma vez, Roma 3 vezes e 1 RG uma vez quando este ainda estava na casa dos 20 anos.

Ambos disputaram a corrida pelo recorde de Majors até 2023, com o sérvio saindo vencedor. Além do mais, Alcaraz e Sinner já eram realidade desde 2022 e foram entubados pelo sérvio até o fim de 2023. Este precisou chegar numa idade bem avançada (foi número 1 até 37 anos e 2 semanas) para finalmente ser destronado.

Federer, por outro lado, já foi dominado por Nadal em todas as superfícies desde os 26 e por Djokovic desde os 29, ou seja, ficou pra trás muito cedo. Até conseguiu anular o forehand do espanhol em 2017 quando Ljubicic acertou seu backhand defensivo, mas contra o sérvio foram 10 anos de surras mesmo. Mesmo com o croata como treinador, ficou 5×1 para GOAT.

Djokovic jogou mais do que seus rivais, pois foi superior nos confrontos. Você mesmo confessou as subidas precipitadas do suíço, além das madeiradas e outros erros não-forçados na hora da decisão. Não são jogadas plásticas que vencem partidas, mas sim as jogadas certas nos momentos certos e nisso Djoko foi sempre superior ao suíço.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Nem vou colocar mais as estatísticas depois desse comentário rs.

TULIO
TULIO
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Negativo, Federer deu azar da geração posterior dele ter dois maiores da história. Ja Nadal e Djokovic a geração posterior é muito fraca. O Sinner e Alcaraz ganharia deles se tivesse nascido mais cedo e eles não teriam mais de 20 Sland. Essa falácia que o Djokovic parou de ganhar por causa da idade é historia da coroncinha

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  TULIO

Vamos fazer um apelo a quem, para Sinner e Alcaraz nascerem mais cedo?
À ONU?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

O engraçado é que apanharam feio até os 37 anos e 6 meses do sérvio. Imagine se o goat tivesse uns 30 anos hoje em dia.

Última edição 6 dias atrás by Paulo Sérgio
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Aí seria espetáculo de um lado só.
Seria chato, rssss.

Paulo F.
Paulo F.
5 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Pobres Alcaraz e Sinner….

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  TULIO

Nem consegui decifrar o que você escreveu. Pra refutar meu argumento, você vai precisar de muito mais, Tulio!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pra completar: Djokovic, já depois dos 37 anos completos, foi campeão olímpico em cima do Alcaraz em sets diretos e depois o humilhou por 3×1 no AO mesmo com um rasgo na coxa com 37 anos e 8 meses; nesse ano, mandou o Sinner pra casa com 38 anos e 8 meses em 5 sets. Quer questionar mesmo o que ele faria com os 2 bem mais novo? O que Federer e Nadal arrumaram nessa faixa de idade? Abs.

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Danilo

Na verdade Federer vencia Slam em cima de Baghdatis e Gonzales até 2007, o que criou a sensação de que era um tenista sem buracos. O Nadal nunca deu a mínima pra isso e tratou de surrar o suíço em tudo quanto é piso mesmo sendo um adolescente. Até o Djoko criança tirou uma casquinha em Montreal 2007 e Australian Open 2008, onde enfiou 3 sets a zero no suíço.

E deu no que deu, um cara com 28-29 anos assistindo a Nadal vencer 3 Slams em 2010 e Djokovic outros 3 em 2011. Foi um choque de realidade.

E seu argumento tem um furo grave, o Djokovic já tinha 31 anos em 2018, era um veterano. Isso não o impediu de continuar batendo em Federer, Nadal, Thiem etc. O Zverev que você tá vendo hoje é 10 anos mais novo que o sérvio e também foi dominado.

O Djokovic só deixou de dominar o tênis mesmo aos 37 anos, idade em que Federer não conseguia vencer nem o Millman no US Open. Chegou a ser eliminado de Slam por Dimitrov, Tsitsipas e quase perdeu pro Millman de novo em Slam.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Danilo

Que textão mais sem pé nem cabeça.
Parabéns!
Decida aí: ou Federer é Federer e ganha de qualquer um ou não é lá essas Coca-Colas todas que passou a ganhar menos quando apareceram os mais cascudos.
E as maiores derrotas de Nadal para Djokovic em RG foram somente duas.
Talvez algum dia percebem que rebaixar os adversários, trás em proporções ainda maiores, o próprio ídolo.

Maurício
Maurício
6 dias atrás

Concordo com a opinião de Lorenzo Musseti: “Federer é o maior de todos”

https://tenisbrasil.uol.com.br/musetti-diz-que-federer-e-seu-idolo-mas-mira-longevidade-de-djokovic.html

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
6 dias atrás
Responder para  Maurício

E a opinião de Nadal conta?

Maurício
Maurício
6 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Conta. Não há verdade absoluta!

Paulo F.
Paulo F.
6 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Mas quem seria Nadal perto de Musetii, não é mesmo?
kkkkkkk

José Yoh
José Yoh
4 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

É um voto igual ao do Musetti. Não é algo que possa ser classificado por peso ou conhecimento. É puro gosto.
Abs

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Maurício

Difícil é ter argumentos pra defender essa fala, enquanto Nadal já coloca Djokovic entre os 10 maiores atletas da história.

Musetti só acertou em uma coisa: o jogo se tornou muito mais rápido, o que compensa com folga a diminuição da velocidade das quadras e aumento das bolinhas no início do século 21.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 dias atrás
Responder para  Maurício

Xará, é muito simples: gosto não se discute. Tem os que veem Federer como o maior de todos por causa do estilo bonito clássico, penetração na mídia, prêmios de preferido dos fãs, etc. E tem os que veem Djokovic como o “Goat” por causa dos números recordistas, resiliência, longevidade…
Não tem fim essa discussão e não acredito que nenhum argumento de qualquer dos lados vá fazer alguém mudar de ídolo. Isto é utopia.
Conclusão: é o de sempre. Cada um puxa a sardinha pro lado que melhor lhe convém.

Paulo F.
Paulo F.
5 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Tu está tão errado na tua colocação, pois se assim o fosse, o GOAT do futebol seria o Ronaldinho Gaúcho.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
5 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Você tem o direito de pensar como quiser, mas não há que se negar que ninguém muda de lado com essas farpas sendo trocadas de lado a lado.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Mas ninguém quer forçar ninguém a mudar de lado. A discussão é sobre quais são os critérios que definem quem é o goat. Ou seja, a disputa critérios objetivos versus critérios subjetivos.

José Yoh
José Yoh
4 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Pois é. Mas até isso – dizer que cada um puxa a sardinha para o seu lado – é motivo para discussões intermináveis, kk

Bruno
Bruno
7 dias atrás

Sinner só pegou um adversário de nível na final. Pois a semi foi seu velho saco de pancadas. Que final de carreira pro Novak…..
Virou um juvenil nas mãos de Sinner e Alcaraz……

Última edição 7 dias atrás by Bruno
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Bruno

Da primeira rodada até a semi, qual foi o nível?

Maurício
Maurício
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sinner quase perdeu na primeira rodada. Virou um 1×2.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Maurício

Pois é.
De um tenista nível o que?

José Yoh
José Yoh
4 dias atrás
Responder para  Maurício

mas isso é bastante comum acontecer nas rodadas iniciais. Principalmente em WB onde a preparação é pequena e o piso muito diferente.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Bruno

Federer virou juvenil nas mãos do Djoko com apenas 29 anos, rs.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
7 dias atrás

Safin está questionando o domínio de Sinner e Alcaraz, como uma boa vodka afeta o raciocínio…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

O cachac…, digo, vodkeiro Safin. Para muitos, o grande nome da entressafra do Federer, rs. Era 84 do mundo no AO 2004.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Acho que pra você, só presta mesmo alguém que paga tributo pro Djoko. Se não, você tenta diminuir. E o teu mal é esse (rs)

Mas a verdade é que o Safin jogava muito tênis! E isso, mesmo sendo pouco disciplinado, e um curtidor de baladas.

O russo foi, de longe, o rival mais duro e difícil que o Guga já encarou no saibro, mesmo com este estando no seu apogeu, e sendo considerado o rei da terra batida.

Mas não é só. O Safin também foi campeão do US Open, arrasando o Sampras na final, e calando a torcida em Flushing Meadows.

E a vitória que ele também obteve sobre o Federer no Australian Open, em 5 sets, foi memorável. Um dos jogos mais emocionantes daquela década.

Na época, eu já admirava o Roger sim, mas fã eu era mesmo do Marat, e torci muito por ele naquele jogo.

Última edição 7 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Zan
Zan
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Prezado Rodrigo, está coberto de razão. Quem viu Safin jogar sabe que jogava demais. Pena que era indisciplinado, meio maluco e teve carreira relativamente curta, mas foi provavelmente o adversário mais dificil na carreira do Guga, junto a Moyá e o treinador do Stan the man.
Era um deleite vê-lo jogar. As vitórias sobre Sampras no USOpen e sobre Federer num dos AusOpen foram absurdas de bom. Provavelmente o melhor russo que já segurou numa raquete… talvez apenas Davydenko tenha tido alguns momentos de maior brilhantismo, pois jogava muito tb

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Zan

Davidenko foi bem inferior a Kafelnikov.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Zan

Davydenko você forçou demais. Safin discute com Medvedev e Kafelnikov apenas.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

E por que a diferença de idade entre Djokovic e Federer é tão relevante, sendo que quando Safin arrasou Sampras no US Open, contava 10 anos menos que o americano?
Só serve para um?

Zan
Zan
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Interessante esse ponto. Nesse ano de 2000, Sampras tinha 29 anos e não estava mais no auge, até porque a idade pesava mais na epoca, sem a medicina esportiva tão avançada quanto atualmente.

Safin tinha 19 anos, como Fonseca. Safin não estava no seu auge e Sampras tb não. A idade importa sim, vc tem razão, mas Sampras ainda jogava um belíssimo tenis e vencia a maioria, tanto é que ganhou slam depois disso ainda. Mas não estava nos seus anos dourados.

Veja Safin, Hewitt, Ferrero, Roddick, Nalbandian, Ferrer…. todos do inicio dos anos 80 e quase da mesma idade de Federer, mas todos eles pararam bem antes. Logo, idade impacta e a longevidade do suiço e do sérvio foram/são fora da curva normal.

Num esporte de alto rendimento, qualquer diferença causa impacto nos resultados.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Zan

Safin e Sampras tinham 20 e 30 anos respectivamente quando fizeram final do US Open.
No ano seguinte, Sampras perdeu para Hewitt e só foi ganhar novamente, em 2002 do seu velho freguês, Agassi, da mesma idade, praticamente.
E a medicina esportiva ainda não produz milagres, que fazem que com Djokovic esteja frequentando semifinais de GS aos 39 anos.
A mentalidade dele não advêm de nenhum avanço científico.

Zan
Zan
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Kkk… vc gosta de contrariar qualquer coisa. Mas não devo ser o 1º a dizer isso. Sampras é de 1971, então em 2000, completou 29. Safin é de 1980, então tinha 20. Mas, whatever oras.
Sampras teve essa trajetória nos anos seguintes como vc colocou. Não vejo nada de errado. Sampras, Hewitt, Agassi. Todos ex-nº01, jogavam muito e foram diferenciados.
Da medicina esportiva, nunca disse que produz milagres. Mas negar que avançou e permite atletas/tenistas que até a virada do milenio se aposentavam com 30 anos e hoje prolongaram bastante esse limite é não não ver o que ocorre hoje. Federer, Novak, Messi e C. Ronaldo, como é bem sabido, são fora da curva. Novak foi mais além. Não somente pela medicina esportiva, mas seu extremo cuidado com o corpo, de vários modos, prolongam seu alto rendimento. Não vejo nenhuma contradição.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 dias atrás
Responder para  Zan

Estás certa, sobre as idades de Sampras e Safin.
Sobre a medicina, você falou mais ou menos o que acho sobre como Djokovic sempre se tratou: mentalidade é tudo.
Veja Kyrgios, que assombrou o mundo ao derrotar Nadal em Wimbledon aos 19 anos. Um extremo talento jogado fora, por uma mentalidade medíocre.
Vamos em frente.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Já vi lances do Safin e ele batia forte dos dois lados, mas era bem mediano no jogo de rede. De fato, foi mais rival do Guga do que Federer e ganhou um USO antes de se perder nos vícios e na falta de disciplina. Em menor proporção, foi o Kyrgios da época.

Também já vi essa semi de 2005: o russo teve muita sorte no match point contra no tiebreak do quarto e depois acabou sendo campeão, mas parou por aí, não arrumando mais nada depois.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

*do que do Federer

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Guga chegou a RG em 2000 disposto a ganhar novamente lá.
Safin, segundo suas próprias palavras, baseado em sua filosofia que não teria 20 anos de idade novamente, chegou à Paris para aproveitar tudo da Cidade Luz.
Ambos cumpriram suas metas.
Qual dos dois está mais feliz e realizado hoje, não faço a menor ideia.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Kkkkkkk, boa.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Pois é. Você viu lances. Enquanto eu acompanhei par e passo o tênis daquele período.

E te garanto que era uma realidade bem diferente de tudo que vc conhece. Naquele mundo, o talento do Safin era um dos maiores.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
5 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Quem está questionando a qualidade de Sabin como tenista? Vc está parecendo o Sérgio Ribeiro kkk!
Não torço e nunca torci pelo Djoko, ao contrário sempre torci contra, exceto quando ele encarava o Federer, claro! Me diverti muito aqui nestas ocasiões!
Por fim, pra questionar o novo Big2 precisa muita vodka, vc não acha?

Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Luiz Fernando

Eu discordo em partes dele, acho que o circuito de 2004 a 2007 era ainda mais fraco que o atual, tanto que foi só a geração Djoko/Nadal dar um salto de qualidade que a festa suíça se encerrou.

Hoje pelo menos tem um Zverev de 29 anos jogando muito tênis e sinceramente, o Djokovic de 39 anos de muleta é melhor que o Baghdatis de 2006 não tenho dúvida.

Jonas
Jonas
7 dias atrás

Como a Bartoli comentou, Sinner é o novo Djokovic do circuito. Vai estar brigando por tudo pelos próximo 10 anos.

É um problema enorme pro Alcaraz, assim como Djokovic foi para Nadal e pro terceirão.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Exato: copiou o estilo vencedor do GOAT e tem a movimentação que ele tinha no passado.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Bartoli comentou e Mestre Jonas entrou em êxtase rs . Nenhuma novidade de Sinner ser um Djokovic 2.0 . Problema grande foi o surgimento dos dois fenômenos para Djokovic. Até agora já levaram 12 Slam antes dos 25 , superando os recordes do Sérvio até então. Alcaraz é que com sua incrível variação de jogadas ( bem acima de Nadal na mesma idade) , um problema para jovem Italiano. Aos 23 possui 7 Slam contra 5 de Jannik que faz 25 agora em 16/08. Ridículo um amante do Esporte não perceber a superioridade dos dois garotos, sobre o Big 3 na mesma idade. Digo isso desde 2023 . Acorda Bartoli , digo, Mestre Jonas . Larga de ser fanático !!! … rsrs. Abs !

Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Problema grande foi a idade bem avançada. Tem um certo suíço que com 37 anos perdeu até pro Millman no US Open.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Tem um Suíço com 38 que meteu 94 Winners pra cima do maior defensor do Circuito em Wimbledon 2019 . Na sequência eliminou Sérvio no ATP Finals 2019 em Sets diretos. Ao atingir a Semi terminou a Temporada como N 3 do Mundo, fato que ” goat ” não conseguiu igualar . Este está desde 2023 ( Nov) , somente com 3 Torneios 250 a nível ATP , e apanhando de cinta dos garotos. As vezes pensas que estás no Site , e podes contar lorotas a vontade rs . PS: É absurdo o número de pangarés que Djokovic perdeu de lá pra cá. Queres a relação completa???. Rsrsrs !

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djokovic tinha 32 anos em 2019, era um jogo entre dois veteranos. No fim Federer é trivice para Djokovic em Wimbledon e freguês em torneios de grande porte, essa é a verdade.

E não adianta nada bater um Djokovic de 32 anos e depois perder pra Tsitsipas em ATP Finals (2 x 0).

Federer com 39 anos perdia pro Aliassime criança e até pra Andujar, Hurkacz etc.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então, Sergião.

É que nesta semana eles estão mordidos de ódio com a declaração do Marat Safin kkkk

Para o russo, a referência máxima de qualidade do tênis é o Federer, e não o Djoko.

E portanto é necessário sempre reforçarem a falácia do suposto “terceirão” hahahaha

Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Mas ele criticou justamente a geração Sincaraz, isso não tem nada a ver com o Djoko evidentemente, o sérvio é cerca de 15 anos mais velho que esses caras.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Critiquei o que , Sr Jonas???. Estás virando um discípulo dos LF s . Preguiçoso não consegues também interpretar texto algum . Abs !

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Cara, você é muito nervoso, se acalme rs. Eu me refiro à fala do Safin, em que ele critica o circuito atual:

“Não quero menosprezar ninguém. É simplesmente a minha maneira de ver as coisas. Se Sinner e Alcaraz tivessem jogado na era de (Rafael) Nadal e (Novak) Djokovic, ou mesmo no início dos anos 2000, eles não teriam sido número 1 ou 2 do mundo. Acho que não teriam chegado tão longe”

O seu colega acima viajou na maionese pra variar e não entendeu nada do que o russo disse, coisa que você tb costuma fazer rsrs, abs.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Jonas

Que tentativa de lacrada meia boca, hein?

Bem Fraquinha…

É óbvio que entendemos o que o Safin disse. (se até vc entendeu, quanto mais os outros rs).

O problema é que vc não gostou nada do que o russo disse, né?

Tanto é verdade que vc deixou de citar parte da fala dele – justamente a menção dele ao Federer, e que vc fez de conta que não existiu kkk

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Então você precisa aprender a ler, filho:

“Acho que provavelmente perderia para eles, mas não os considero jogadores intimidantes. Não, eles não são o (Roger) Federer, é um nível completamente diferente. Para chegar ao nível do Federer, você ainda tem muito a evoluir”

“Não quero menosprezar ninguém. É simplesmente a minha maneira de ver as coisas. Se Sinner e Alcaraz tivessem jogado na era de (Rafael) Nadal e (Novak) Djokovic, ou mesmo no início dos anos 2000, eles não teriam sido número 1 ou 2 do mundo. Acho que não teriam chegado tão longe”, afirmou o russo.

Já que você não entendeu (o que não é nenhuma novidade por aqui), eu desenho: o russo está elogiando o Big 3 e afirmando que a concorrência hoje em dia está menor para Sinner e Alcaraz. E eu até concordo com ele em partes. Tente ler com calma o que ele disse, uma hora vc compreende (acho).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Kkkkkkkkkkkkkk, Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Sergião?
A admiração mútua voltou?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E se tiver voltado?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ahh sim, entendi.
Não tenho nada contra, nem a favor, muito pelo contrário.
Rsss.

Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Só uma correção pra variar: Djoko chegou a 5 Slams antes do Sinner, aos 24 anos e 8 meses.

Além disso o sérvio fez coisas improváveis para o italiano repetir: venceu 3 Slams em 2015 e 2 em 2016, o que não parece tão fora do comum assim visto que o sérvio tinha 28-29 anos na época. O problema maior é que Djokovic foi capaz de vencer 12 Slams após completar 30 anos, assim ele estabeleceu o recorde de 24 Slams.

No feminino o recorde também é 24 e foi estabelecido na década de 70… até hoje não foi quebrado.

Eu considero Sinner com mais lenha pra queimar do que Alcaraz, mas um vai “roubar” Slams do outro e isso vai travando a contagem de Slams porque existe rival à altura, do mesmo nível, além de outros jogadores obviamente, abs.

Refaelov
Refaelov
7 dias atrás
Responder para  Jonas

Perfeito: é obvio que, em geral o Djoko tem nºs inferiores à Sinncaraz(sobretudo ao espanhol) como sub-25.

Agora: o Big 2 atual conseguirá chegar aos 12 titulos de Grand Slam após os 30 anos? se conseguirem, seguramente se tornarão os GOATs à seu tempo..

Última edição 7 dias atrás by Refaelov
Jonas
Jonas
7 dias atrás
Responder para  Refaelov

Eu duvido muito.

Basta pegar o exemplo do Federer: 16 Slams aos 28 anos, zero aos 29 e “apenas” 4 após os 30.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 dias atrás
Responder para  Refaelov

Somente o tempo meu caro. Neste ritmo de jogo atual dos dois , tenho também minhas dúvidas…Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Refaelov

Ahh, mas foi por causa da entressafra…
Djokovic deveria ter a hombridade de se retirar do circuito, porque vencer 12 GS depois dos 30 não passava de obrigação, afinal, não tinha nenhum adversário capaz de lhe barrar.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 dias atrás
Responder para  Jonas

Djokovic venceu ” apenas” um Slam em 2012 , no ano que fez 25 em maio. Sinner começa seus 25 em agosto… De quebra já levou os 9 Masters 1000 e os mesmos 2 ATP Finals. Por enquanto. Alcaraz nem cito pois é covardia… Rsrsrs,Abs !

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então você está discordando de um fato meu filho. Ambos tinham 5 Slams antes de completar 25 anos, isso não está sujeito a discussão.

Não dá pra prever o que o Sinner fará, ele nunca venceu mais que 3 Slams em uma temporada como Djoko fez em 2011/2015/2021/2023. Sinner não venceu US Open 2025, AO 2026 e Roland Garros 2026 porque o tênis não é um esporte linear e essa é a graça.

Agora, é bem possível e até prefiro que o italiano vença mais Slams daqui pra frente, só que o próprio Alcaraz é um adversário de peso, além de outros jogadores.

Qualquer dúvida pergunte ao Federer, que venceu 16 Slams até 2010 e depois “só” 4, abs.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
6 dias atrás
Responder para  Jonas

Djoko isso, Djoko aquilo. Que preguiça, viu.

Vc nem fala português mais, acho que fala só djokovês kkk

Devoção comovente essa sua…

Última edição 6 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Onde foi parar seu argumentos? Tente reler a fala do Safin (a qual eu concordo) ou sei lá, entender o que eu e o colega acima estamos debatendo, fé que vc consegue (acho), abs.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
4 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ataque a mensagem e não o mensageiro. É incrível como você não apresenta argumentos contrários e sempre critica o interlocutor

Refaelov
Refaelov
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Certamente Sinner e sobretudo Alcaraz foram bem mais precoces que Djoko e Federer, ambos os jovens podem ser comparados ao Nadal na sua juventude..

O X da questão é: com até quantos anos conseguirão manter esse nível de competitividade e supremacia sobre o restante do circuito?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 dias atrás
Responder para  Refaelov

Alcaraz bateu Bjorn Borg e Nadal em precocidade. Aos 23 já levou Slam em todos os pisos. E Bi Campeão em 3 deles . Nenhum dos dois citados se aproximaram desta incrível façanha. Abs !

Jonas
Jonas
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Mas Alcaraz já perdeu 2 Slams por lesão esse ano. Borg tinha 11 Slams aos 25 anos, Graf tinha 11 Slams aos 23. Precocidade não é nenhuma surpresa no tênis, o Alcaraz é da mesma geração do Sinner e isso é um problema.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Refaelov

Pois é.
Exceto Nadal, por quantas vezes Federer e Djokovic deixaram o circuito para tratar lesões na faixa dos 24 anos?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
7 dias atrás

Sinner é disparado o mais forte candidato aos títulos dos principais eventos neste segundo semestre, pois é muito superior aos demais e Acima de tudo pq o momento de retorno do Alcaraz é uma incógnita. Pode ser outro a vencer na mesma temporada os dois M1000 “americanos” e o USO.
PS: senti falta do Pessanha prever que o Sinner vencerá o USO sem perder sets, talvez ele esteja mais comedido com o passar do tempo, mas creio que o comentário acima foi muito precoce, o definitivo virá com os dias…

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
8 dias atrás

Zverev fez um primeiro set muito consistente e quase perfeito, e mesmo assim precisou suar sangue para bater Sinner. Impossível manter esse ritmo o jogo todo se o italiano não oscilar, e nesta final, ele não deu chances.

Incrível como ele pressiona todos os saques e qualquer vacilo ele leva o ponto. O nível de pressão é intensamente absurdo, e obriga o outro lado a trabalhar com erro zero.

Torci para o alemão estender um pouco mais o jogo, pois ele estava jogando muito. Mas nesse modo de ontem nem Carlitos conseguiria vencê-lo. Merecida vitória, não deixou dúvidas de quem foi o melhor no torneio.

Zverev, mesmo perdendo, me parece reduzir a distância para o italiano. Começa a ter jogo. Esteve mais solto e mais determinado. Já mostrou que é perigoso.

O problema é o restante do circuito, que vem muito abaixo. Exceto pela contusões, que são o adversário mais perigoso de Sinner e Alcaraz, eles continuam muito favoritos a seguir hegemônicos nos Slams por algum tempo.

Por ora, palmas a Sinner, segue sendo o cara a ser batido.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Alison Cordeiro

Zverev somente teve seu Serviço quebrado duas vezes. Nem de longe Sasha tem a variação de jogadas de Carlos Alcaraz, que tanto mexe com a cabeça de Sinner. No AOPEN 2024 , Djokovic não teve uma única chance de quebra , repetida agora na Semi de Wimbledon 2026 . Basta lembrar as Finais de RG 2025 e USOPEN 2025 , para ver que esta afirmação de ” nem Carlitos” não se sustenta, meu caro. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Errado: Djokovic teve uma chance de quebra dessa vez, mas em 2024 levou um set e fez 1 winner a mais. “Mais negócio”, rs!

Tu vês a relevância superestimada desse fundamento: agora Sinner fez apenas 40×26 e venceu fácil e na Austrália 72×47 e perdeu para GOAT, que foi bem superior nos pontos importantes. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Errado : Djokovic venceu 1 tiebreak. Breaks : 15 / 5 contra 0 x 0 . 31x 32 Winners com Sérvio no desespero ( mais negócio de que ???). Em 4 Sets apenas 27 pontos ganhos no Serviço de SInner. A maior surra da vida de Djokovic em 10 Semis no AOPEN. Agora foi outra surra acachapante, com Djokovic com apenas 1 chance de quebra ( correção) . Vens aqui para não dizer nada diferente, Piloto ? . São surras para nunca mais serem esquecidas … Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Você não entendeu. Djokovic venceu 1 set e fez mais winners no AO, o que é “mais negócio” ou “menos pior” do que perder por 3×0, com menos winners, mas com uma chance de quebra. Abs!

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Nunca lhe ocorreu que o fato dos winners gozarem de prestígio especial seria por refletirem um espetáculo superior?

Se bem que eu entendo que seja difícil para o fã-clube do Novak que passou a vida vibrando mais com erros dos adversários do sérvio, do que propriamente com os acertos desse último, enxergarem o óbvio rs

Última edição 7 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo Almeida
Paulo Almeida
6 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Ele conseguiu muitos pontos na soma winners + erros forçados do adversário e sobretudo nos pontos importantes durante a carreira. Desde de que faça mais sets do que o adversário, eu me dou por satisfeito, afinal é o que mais importa, rs.

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
5 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Relembre a final do ano passado quando Carlitos ficou sem saber o que fazer para conter o italiano. Sacando e devolvendo nesse nível, penso que nem mesmo o brilhante espanhol é capaz de segurar o Sinner. Mas não é sobre um ser melhor que o outro sistematicamente, pois ambos já provaram saber evoluir, mas sobre como o encaixe de um torneio para um deles se constitui numa quase certeza de título.

Quanto a Djoko, falta o físico para jogar contra o italiano, fazê-lo duvidar de si mesmo em algum momento, o que de fato Carlitos consegue fazer. No Australian Open ele chegou mais descansado e consegui essa façanha, mas depois da maratona contra FAA, nem viu a cor da bola. Mas é mérito do Sinner. Chegar a uma semi como chegou Nole só prova o quão espetacular ele continua sendo.

A ver o retorno de Alcaraz para dar molho ao circuito. A diferença de estilos de ambos engrandece o tênis.

Um abraço!

Gilvan
Gilvan
8 dias atrás

Foi bonito de ver o último game do Sinner. Jogadas genias, corajosas, de quem realmente merecia vencer um GS.
Zverev vai pensar naquele BP do 3o set até o final da vida. Sinner caído no chão e, ao invés de ele ser corajoso, ir pro winner, ou mesmo tentar uma cruzada no contrapé, só passou a bolinha na paralela e deixou o italiano voltar pro ponto.
Pequenos detalhes num jogo tão apertado. Jogo de altíssimo nível.

Paulo F.
Paulo F.
8 dias atrás

Isso aí Sinner!
Faltam apenas três, para ultrapassar o queridinho messiânico das viúvas amargas e frustradas.
Jetzt geht’s los!
Noch mal.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Adoro estas tuas contagens ,caro Sr Paulo F. Elas são deveras divertidas pois não dão em nada . Não gostas mesmo do Esporte. Fanatismo é de longe a tua primeira opção. E da maioria dos membros da ” Turbinada ” . Rsrsrs,Abs !

Paulo F.
Paulo F.
7 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tá sentindo o Sinner ultrapassar teu queridinho?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Alcaraz é Bicampeão em RG , USOPEN e Wimbledon, 1 AOPEN. Sinner ultrapassou a quem , criatura ???. Um tem 23 anos , outro faz 25 agora em novembro. Sr PF está perdidinho no tempo e no espaço… Rsrsrs,Abs !

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Paulo F.

Olha, não me leve a mal, Paulo F.

Mas se há algum “queridinho” nessa estória toda que o Sinner tem surrado impiedosamente é o Novak.

E que diga-se de passagem é queridinho seu, e não do Sérgio kkkk

Última edição 7 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Paulo F.
Paulo F.
7 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

O AO em que Sinner foi eliminado pro Djoko foi há 10 anos atrás?

Kario
Kario
8 dias atrás

Interessante constatar q, no ranking da ATP, o Learner Tiem está em 15° lugar e o João em 27°. Não q o americano nao jogue bem, mas acho o João bem superior em tudo – ou quase.

Refaelov
Refaelov
8 dias atrás
Responder para  Kario

Acontece que pra somar pontos o jogador precisa entrar em quadra ao menos né.. um jogador que descarta ATPs250 e 500 e, ainda está longe de ser um dos ponteiros do circuito, fatalmente ficará em desvantagem nessa disputa..

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
8 dias atrás
Responder para  Refaelov

Aí falou tudo meu nobre ..

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  Refaelov

Se for JF estás completamente enganado. Curada a lesão na lombar, não deixou de se inscrever em Torneio algum . Objetivo é bem maior que ser ponteiro de algo aos 19 anos . Já joga bem mais que Tien. Tanto ele quanto Rafa Jodar . Abs !

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
8 dias atrás
Responder para  Kario

Hã…..

Thiago Silva
Thiago Silva
7 dias atrás
Responder para  Kario

O João é de vidro, se for jogar todos os ATP 250 que aparecem, como o Tien faz, vai quebrar no meio da temporada.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 dias atrás
Responder para  Thiago Silva

É de vidro? . Jura ???. O que não causa a inveja, não é mesmo criatura? . Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
8 dias atrás

Boa noite, Dalcim.
Pergunta: será que os “sheiks” das arábias vão promover de novo aquele torneio com premiação obscena?

Marquinhos
Marquinhos
8 dias atrás

Depois de bater em bêbado na semi, enfim Sinner teve um rival à altura na final.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
8 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Não entendi o bêbado. Cansado/desgastado com certeza. Mas bêbado?..

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
8 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Kkkkkkkkkk, pois é

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
6 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Meu prezado, tu ainda não discerniu sobre o grupo que ao escrever qualquer coisa sobre Novak Djokovic não estão gozando de juízo?
Nem diria perfeito…

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
8 dias atrás
Responder para  Marquinhos

O Sinner deixou a desejar na semifinal, porque deixou o bêbado ganhar 12 games em 3 sets.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
8 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Kkkkkkkkkkkkk, essa foi pesada

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
7 dias atrás
Responder para  Marquinhos

Pois é.

O Sinner aparentemente contou com uma “rodada bônus” na semi kkkk

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
8 dias atrás

O Homem do Pecado é, em condições normais de temperatura e pressão, imparável. Acreditava em fáceis 3 a 0 pro “austríaco” – Sinner não tem absolutamente nada de italiano, sua região de origem pertencia ao Antigo Império Austro-Húngaro -, mas me surpreendi com o alemão. Fez um belo jogo.
O Homem do Pecado agora tem que descansar e se preparar pra mais uma taça em Nova Iorque, que virá naturalmente. A máquina definitiva de jogar tênis.
Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 dias atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

O Pessanha de sempre. O imparável não levou RG , USOPEN 2025 , AOPEN 2026 ( os três ficaram com Alcaraz) , RG 2026 ( Zverev) . Previsões equivocadas sobre o Homem do Pecado. Tudo para ti depois de uma vitória, vira natural. Inclusive o teu horror a Espanhóis…rs. PS : Nem acredito que torcias por Roger Federer. Abs !

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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