Londres (Inglaterra) – Apesar da classificação para as quartas de final de Wimbledon pela 17ª vez na carreira, Novak Djokovic avalia que não jogou tão bem na partida deste domingo contra o russo Roman Safiullin, 132º do ranking. Ainda assim, entende que o bom resultado dá a oportunidade de crescer ao longo da competição.
“Para ser sincero, não me senti muito bem em quadra. Fiquei aliviado por conseguir sair com a vitória”, disse Djokovic após a vitória por 7/6 (8-6), 6/3, 3/6 e 6/3, após 3h26 de partida. “Honestamente, satisfação e prazer não fizeram parte deste triunfo. Claro que estou feliz pelo resultado, mas não gostei da forma como joguei.”
Ex-número 1 e atual sétimo colocado no ranking, o sérvio explicou que o desempenho também foi consequência do alto nível apresentado por Safiullin. “Fisicamente eu estava bem. O problema foi o meu jogo. Não consegui encontrar o nível que busco, principalmente o que apresentei na segunda rodada. Ele me pressionou muito e fez uma grande partida. Mas vitória é vitória, mesmo quando ela vem sem brilho. Espero conseguir evoluir a partir daqui”.
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Mesmo sem ter encontrado seu melhor tênis, o heptacampeão ressaltou que partidas como essa fazem parte da trajetória em Grand Slams. “Eu gosto da batalha. Até gosto, de certa forma, do sofrimento, embora nunca o deseje. Quando acontece, você precisa lutar e encontrar uma maneira de vencer. Foi isso que fiz novamente diante de um adversário inspirado. O mais importante é sempre encontrar um caminho para a vitória”.
Com o resultado, Djokovic chegou à 106ª vitória em Wimbledon e estabeleceu um novo recorde na chave masculina da competição, superando as 105 de Roger Federer. No entanto, minimizou a marca. “Sinceramente, isso não está entre as minhas prioridades. Nem estava pensando nisso. Só fiquei sabendo depois da última partida. Neste momento, é algo realmente pouco significativo para mim”.
Perfeccionista assumido, o veterano de 39 anos reconheceu que costuma ser bastante exigente consigo mesmo após deixar a quadra. “Sempre quero apresentar meu melhor tênis, tanto por mim quanto pelo público. Nem sempre isso é possível e às vezes é difícil aceitar. Logo depois da partida, essas sensações ficam mais fortes. Agora é seguir em frente, aprender com o que aconteceu e tentar jogar melhor na próxima rodada”.
O heptacampeão enfrenta nas quartas de final o canadense Félix Auger-Aliassime, número 4 do mundo, que derrotou o espanhol Alejandro Davidovich Fokina por 6/7 (4-7), 7/6 (8-6), 6/3, 6/7 (2-7) e 6/1. O sérvio tem uma vitória e uma derrota no histórico contra Auger-Aliassime, ambas em 2022.












Sem duvidas o GOAT da chatice de todos os esportes
Chato mesmo, dia após dia ver o melhor tenista da história melhorando seus feitos.
Contra adversários medianos, o Nole arruma um jeito de ganhar! É preciso subir o sarrafo contra o italiano!
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