Estoril (Portugal) – Após furar o quali do ATP 250 do Estoril, o gaúcho Orlando Luz fará sua primeira aparição na chave principal de simples em um evento desse nível em nove anos, algo que não conseguia desde o Brasil Open de 2017, em São Paulo, onde foi superado na primeira rodada pelo português Gastão Elias.
“É um momento de muita felicidade e de muito orgulho, por todo o trabalho que eu coloco no dia a dia. Conseguir furar esse quali tem um significado enorme pra mim. Mas eu também queria deixar bem registrado que isso mostra o quanto todos nós somos jogadores de tênis antes de qualquer especialidade”, destacou Luz.
A fala do gaúcho reforça sua preocupação com a proposta das principais entidades do tênis profissional em cortar as chaves de duplas pela metade a partir de 2028. Ele já havia protestado contra a possibilidade na cerimônia de premiação no challenger de Braunschwieg, na semana passada.
“Tive a oportunidade de entrar no quali como alternate e aproveitei essa chance para competir, ganhar ritmo, me adaptar às condições e seguir evoluindo, mesmo com o meu foco principal sendo as duplas. Acho que isso reforça exatamente o que a gente vem falando sobre essa questão do corte das duplas”, disse o gaúcho.
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“Antes de sermos especialistas em simples ou em duplas, nós somos jogadores de tênis. Hoje eu consegui aproveitar essa oportunidade e isso acaba sendo mais uma prova disso”, acrescentou Luz, que na última rodada do quali venceu o francês Clement Tabur, atual 178º do mundo, por 2 sets a 0.
Sua estreia na chave principal de simples será contra o português Nuno Borges, cabeça de chave número 5 e 52º colocado no ranking de simples, o duelo deve acontecer na terça-feira. Nas duplas, Orlandinho e o gaúcho Rafael Matos enfrentam o taiwanês Ray Ho e o americano Benjamin Kittay na primeira rodada.













Vai tomar um baile do Português.
Mas passou pelo quali e vai estar lá
E o raquete 2?
Poderia informar os números que serão sorteados no próximo concurso da Mega-Sena?
Não é justo isso com os duplistas! Mas, realmente, algo estranho aconteceu com a carreira do Orlando!
Concordo. Muito mal trabalhado . Uma direita incrível . Tudo de bom ao jovem . Continue firme e cuide bem do seu físico !!!
Esse menino qdo tinha 16 anos foi muito mal trabalhado. Número 1 do mundo juvenil.
Não é essa a questão; a transição para o profissional nunca foi e nunca será fácil. Temos vários exemplos de tenistas que foram número 1 juvenis e não vingaram como profissionais, e isso não é só com o Orlando ou com os tenistas brasileiros. A base de análise nunca vai ser o Fonseca, que fez parecer que é fácil essa transição. Até porque existe uma evolução física e de jogo, que o Fonseca conseguiu fazer rápido, para poder alcançar o sucesso no profissional. Se isso não acontecer, é engolido pelo circuito. Esperamos que Guto, Naná, Victoria e alguns outros bons juvenis que estão vindo consigam, assim como o Fonseca, fazer bem essa difícil transição.
Não e nada fácil mas ele foi q foi muito mal trabalhado foi. Era um prodígio e longe de querer comparar c Fonseca. O Fonseca tem um caminhão de dinheiro por traz já Orlandinho é de origem humilde q é um ponto determinante p poder correr o circuito. Tivemos outros tb da geração dele, zormman, matos, Meligeni e João Menezes tudo c potencial altíssimo mas muito mal trabalhados. Foram bem no juvenil era uma geração de ouro. Oq conseguiram foi na raça mesmo.
Poxa, q pedrada. Bem, de qq forma, boa sorte.
Eu adoro o estilo de jogo do Orlandinho em simples tb. Torço muito por ele.
Força Luz.
Dificílima a estréia
Boa sorte Orlando,o que vier é lucro