Londres (Inglaterra) – A vitória na estreia de Wimbledon teve dois momentos muito distintos para Novak Djokovic. Depois de ficar em quadra por 3h11 e duelar por quatro sets com o chinês Yibing Wu nesta segunda-feira, o sérvio explicou que a partida mudou completamente após o fechamento do teto da Quadra Central no fim do segundo set e paralisação da partida por quase 20 minutos.
Após o equilíbrio nas duas primeiras parciais, Djokovic passou a encontrar melhor o tempo das devoluções e começou a pressionar mais o saque do rival. “Foi uma partida muito difícil. O Wu merece muitos aplausos pela atuação incrível”, disse o sérvio após a vitória por 6/4, 5/7, 6/4 e 6/4.. “Estou feliz com a vitória, mas não exatamente descansado. Para falar a verdade, não pareceu uma estreia”.
O heptacampeão de Wimbledon avaliou que as mudanças nas condições fizeram com que a partida praticamente se dividisse em duas. “Parecia que disputamos dois jogos diferentes: um com o teto aberto e outro com o teto fechado. Isso muda as condições, a umidade da grama aumenta e ela fica mais escorregadia. Você precisa se adaptar, mas não é fácil porque, durante o ponto, só quer dar o seu melhor”.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
Djokovic também fez questão de elogiar o nível apresentado por Wu, a quem enfrentou pela primeira vez. “Ele me colocou sob muita pressão. Eu sabia que ele gosta de bater muito reto e de forma agressiva do fundo de quadra, mas me surpreendeu pelo nível de todos os golpes. Saque, devolução, direita, backhand… Em determinado momento, parecia que ele não tinha nenhuma fraqueza”.
O sérvio reconheceu que esteve perto de ver a partida escapar. “Tive sorte quando ele errou um smash em um break-point. Provavelmente eu deveria ter perdido o quarto set, porque ele teve muitas oportunidades de quebra”.
Aos 39 anos, Djokovic acredita que a experiência foi decisiva para administrar os momentos mais complicados da estreia. “Felizmente tenho 20 anos de experiência para lidar com situações como essa. Mas seria bom poder combinar toda essa experiência com um corpo mais jovem e renovado”, brincou.
Duelo com Tsitsipas na segunda rodada
O adversário de Djokovic na segunda rodada será o grego Stefanos Tsitsipas, ex-número 3 do mundo e atualmente apenas na 87ª posição do ranking, que derrotou o francês Hugo Gaston por 6/1, 6/4 e 6/2. O sérvio tem ampla vantagem no histórico do confronto, com 12 vitórias e apenas duas derrotas, a mais recente delas em 2019.













Incrível, ainda acredito! 25GS !!!
GOAT é GOAT.
Mesmo aos 39 anos, ainda mostra altíssimo nível de jogo. O adversário, embora de ranking pouco intimidador, jogou muito bem hoje e deu trabalho.
Jogo, não tenham dúvidas: continua altíssimo!
Mas no quesito arrogância, continua batendo todos os recordes.
Isso faz aumentar a saudade de Del Potro, Andy, Roger, Guga, Monfils, …não vou dizer Nadal pq. o espanhol tinha suas recaídas!
Qual foi a arrogância?
Descreva-a, por favor.
Por que o acha arrogante, colega?
Praticamente todos os tenistas, mesmo os desconhecidos e de baixo ranking, falam que ele sempre os tratou muito bem. O exemplo mais recente: https://tenisbrasil.uol.com.br/wu-quer-aproveitar-o-privilegio-de-desafiar-djokovic-no-circuito.html
Imagino que foi porque Djokovic falou dos dois tempos percebidos no jogo, como se colocasse acima do adversário.
Acham isso arrogância.
Deve ser isso mesmo. Gostam de persegui-lo por ter barrado seus favoritos de alcançar o posto de GOAT, já que os outros dois chegaram tão perto.
Não faz sentido mesmo assim
É falta do que fazer mesmo, “haterismo” barato
Esse povo precisa superar algumas coisas e aproveitar mais o jogo.
WB 2019 deixou marcas profundas
Alou, moderação. Avisando desde já, pelo risco de cair na caixa de spam. Meu comentário anterior tem um link de notícia daqui da própria TênisBrasil.