Londres (Inglaterra) – Distante de seus melhores resultados nas últimas temporadas, Stefanos Tsitsipas encerrou a relação profissional com seu pai, Apostolos, e acredita que eles não voltarão a trabalhar juntos. A decisão foi tomada antes do torneio de Wimbledon, em que o grego foi eliminado na segunda rodada por Novak Djokovic.
“Acredito que não trabalharemos mais juntos no futuro”, disse Tsitsipas ao portal Tennis Majors, após a vitória na estreia contra o francês Hugo Gaston. “Agora quero começar a tomar minhas próprias decisões e decidir por mim mesmo”.
“Quanto mais envelheço, mais difícil é para mim manter um relacionamento estável com meu pai, em comparação com a época em que eu era jovem, aos 18, 19, 20 anos”, acrescentou o jogador de 27 anos. “Acredito que meu pai precise de outras coisas, assim como eu preciso de coisas diferentes”.
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“Ter meu pai ao meu lado me traz conforto, mas não é a solução para eu dar os próximos passos”, complementou o ex-número 3 do mundo, que ocupa atualmente a 87ª posição. “Acredito que meu pai tem muito a oferecer aos meus outros irmãos e aos jovens tenistas que estão despontando. É nisso que ele deveria focar”.
Tsitsipas trabalhará com Thomas Perrin, da academia de Patrick Mouratoglou, sob a supervisão do próprio Mouratoglou, que o acompanhará em torneios selecionados, conforme a agenda permitir. Anteriormente, o grego havia rompido a parceria com o pai quando contratou Goran Ivanisevic para um período de menos de dois meses e, depois, retornou ao modelo de trabalho familiar que marcou praticamente toda a sua carreira.













Bebê chorão
Ninguém mais se importa com o Tripas desde 2023.
E isso que ele já foi finalista de dois GS. Em 2021 contra o sérvio em Roland Garros e em 2023 no AUSOpen contra o mesmo adversário.
Sim. E em RG teve 2×0 na final, mas tomou a virada.