Nova York (EUA) – Com o debate cada vez maior sobre a participação de pessoas trans nos esportes, a WTA resolveu adotar uma atitude firme em relação a isso. Segundo informa o site Bounces, a entidade vai implementar uma política que exige que todas as jogadoras se submetam a testes genéticos de determinação de sexo para poder competir no circuito.
“A partir deste mês, a WTA está tomando a medida inédita de exigir que todas as suas jogadoras se submetam a testes genéticos para eliminar qualquer mulher que possa ter um marcador genético específico que sugira traços de biologia masculina”, afirmou a publicação liderada pelo jornalista Ben Rothenberg.
Também de acordo com o site, as tenistas deverão assinar um documento reconhecendo que caso não se submetam aos exames, serão impedidas de competir nos torneios da WTA. Qualquer tenista que se recusar a fazer o teste genético de sexo ficará inelegível segundo a Política de Elegibilidade da entidade.
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As regulamentações atuais, datadas de 2024, permitiam que atletas transgênero jogassem no circuito feminino e até mesmo que homens biológicos com identidade de gênero feminina ou não binária competissem, desde que atingissem e mantivessem os baixos níveis de testosterona exigidos. No entanto, tudo isso mudará abruptamente.
O novo documento de política da WTA parece reconhecer até mesmo o potencial de seus testes genéticos apresentarem resultados surpreendentes em casos raros de atletas do sexo feminino que nasceram com anomalias genéticas e por isso promete agir proativamente apoio às jogadoras afetadas.













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Os comentários de matérias óbvias como essa fazem eu lembrar como é importante o botão deslike.
Há poucos dias eu vi uma briga entre travesti e uma garota e te digo, não é nada justo.
A lacração hoje em dia é tanta que o policial nem soube como agir,de tantas ameaças de preconceito.
Peço que pensem melhor sobre o assunto.
É simples,basta a você ser igualmente simples.
Soluções simples para problemas complexos não costumam funcionar. Resumir a questão da “feminilidade” a um teste genético é uma solução tosca que não abrange a diversidade de situações pelos quais o corpo feminino passa. Existem inúmeras mutações e variações genéticas que podem fazer com que uma mulher não seja considerada mulher, a depender dos parâmetros a serem adotados. No fim das contas, o que faz uma mulher uma mulher? São os gametas? E as mulheres que não ovulam? É o fato de ela gestar? E as mulheres que não podem gestar (por dezenas de razões distintas)? São os cromossomos sexuais XX? E os diversos tipos de mutações já descritas cientificamente? O último parágrafo da matéria deixa claro que essas situações não estão sendo nem consideradas pela WTA.
Vejam que nem estou entrando na questão das mulheres trans, o que tornaria a discussão ainda mais complexa. Estou falando de mulheres que são, a princípio, consideradas mulheres e que teriam sua feminilidade “desafiada” por uma caça às bruxas sem sentido. Vamos começar a olhar o “gogó” das atletas antes delas entrarem em quadra também? Já ouvi relatos de mulheres que foram agredidas em fila de banheiro feminino porque no teste do “olhômetro” foram confundidas com mulheres trans, o que levou os agressores a se sentirem livres para desferir socos e pontapés nas referidas mulheres.
Agora, indo para o mundo do tênis especificamente, pior do que uma solução simples para um problema complexo, é uma solução simples para um não problema. Quantas mulheres trans nós temos no top-100 atualmente? De quantas mulheres trans nós temos conhecimento no tênis atualmente? Quantas mulheres trans dominam seus respectivos esportes atualmente? Vejam que não estou falando de mulheres com os diversos tipos e variações genéticas, como eu descrevi no parágrafo inicial. Estou falando de mulheres trans, que fizeram a transição ao longo da vida.
Claramente estamos falando de um não problema, um problema inventado. As pessoas apenas querem mascarar o seu desprezo, seu preconceito contra as pessoas trans sob o véu de um cientificismo atrasado, tosco, digno do começo do século passado, em que se usava argumentos parecidos para dizer que negros não tinham alma (e que por isso foram escravizados) ou que pessoas de determinadas etnias eram superiores ou inferiores. Vamos voltar pra esses tempos? Espero que não, mas pelos comentários acima, as perspectivas não são das melhores.
Blá Blá Blá… Resumindo: um “Homem pode se sentir Mulher”, querer ser mulher, se comportar como mulher, se vestir como mulher na Sociedade, isso é escolha dele, é livre arbítrio de um homem querer ser mulher… Porém, esportivamente, dentro de uma competição esportiva, um “Homem Biológico que se sente Mulher” não pode competir contra uma “Mulher Biológica” a não ser que seja em “Competições Mistas” como “Duplas Mistas no Tênis”, por exemplo… Caso um “Homem que se sente Mulher” queira competir contra uma “Mulher Biológica” em Tênis de Simples, isso é trapaça, é injusto, pois se trata de “Doping Fisiológico e Ideológico”…
Acho que você não leu o que eu escrevi. Tente de novo, agora como um adultinho. Estou falando sobre mulheres biológicas, para facilitar a sua compreensão.
No Esporte Tênis, o único caso em que um “Homem que se sente Mulher” pode competir contra “Mulheres Biológicas” é no “Torneio de Duplas Mistas”!!! Em simples, em nome do “Bom Senso e da Justiça”, Homem Biológico duela com Homem Biológico assim como Mulher Biológica duela com Mulher Biológica! Se um Trans que nasceu Homem quiser competir competir contra Mulheres que se inscreva em Torneios de Duplas Mistas!
Eu particularmente sou a favor deste rigor na verificação do gênero da competidora. Se um homem quer fazer a mudança de gênero para o sexo feminino, que faça. Mas numa competição esportiva, a pessoa que fez transição de gênero do masculino para o feminino leva vantagem sobre as competidoras biologicamente do sexo feminino e isso gera um desequilírio e injustiça na competição. Portanto, sou contra a participação de mulheres trans em competições esportivas contra pessoas biologicamente do sexo feminino.
É polêmico. Parece que o trans leva vantagem. Que tenha o critério ou ideal!
Não há polêmica! Não há quaisquer dúvidas que leva vantagem, ou você acha porque que tênis feminino não compete em simples contra tênis masculino? Você acha que Serena Williams teria 23 Grand Slams em Simples se jogasse contra Homens??? É por isso que é separado, e não é porque um “Homem se sente Mulher” que vai competir em simples contra Mulheres…
Decisão correta. Seria injusto com as mulheres, pois há uma diferença brutal. As irmãs Williams foram atropeladas por um top200 que bebeu cerveja e tambem fumava.
Inadmissível esse preconceito contra as mulheres trans !!!
Trans tem de jogar com trans ,não com mulheres simples assim, quem quer jogar que não mude de gênero…
Não há nenhum preconceito! Qualquer Homem que se “sinta mulher” pode-se apresentar e agir como mulher na Sociedade, porém, em eventos esportivos ele não pode competir com “Mulheres Biológicas” pois seria um caso de “Doping Ideológico fisiológico” já que “Homens que se sentem Mulheres” tem toda a fisiologia de um Homem Biológico e isso seria um “Doping Fisiológico e Ideológico”
Atitude acertada da WTA. Não acho correto um homem biológico competir com mulheres porque está “se sentindo” uma mulher.
Se fosse assim, eu poderia perfeitamente participar de uma corrida de cavalos com um jóquei nas minhas costas porque eu estou “me sentindo” um cavalo…
Perfeito !
Concordo contigo! Um Homem pode até se “Sentir Mulher”, mas isso nunca fará deste Homem uma “Mulher Biológica”, simples assim…
Que beleza, WTA. Rendendo-se ao pânico moral.
Rendendo-se ao bom senso… Será pedir demais?!
Bom senso nunca é pedir demais… Caso contrário não haveria o porquê de separar competição feminina da masculina… Homens só podem competir contra Mulheres no tênis em “Duplas Mistas”, em Simples tem que ser Homem enfrentando Homem e Mulher enfrentando Mulher!!!
Não trata-se de dano moral de forma alguma, mas de condições igualitária a todis os competidores.
Isso já está ocorrendo em outros esportes e certamente será uma regra geral.
muito certo. aplausos para a atitude. as vezes parece ter boi na linha. algumas tenistas me parecem muito masculinas. era só o que faltava ter algum farsante com piu-piu jogando na WTA. queremos certeza que o tênis feminino é feminino.
Texto muito sensato! Parabéns Verridianinha!
Verridianinha, quem me garante que você é uma mulher “de fato” para os parâmetros estabelecidos pela WTA? Ou por quem quer que seja, aliás.
Ver homem defender uma patuscada dessas já é triste, agora ver mulheres defendendo um “teste de feminilidade”, como se vocês não fossem ser os principais alvos desse tipo de política (em qualquer ramo da sociedade), é de dar embrulho do estômago. Depois não reclame se te acharem com a voz um pouquinho mais grossa na fila do banheiro e decidirem que você não pode entrar no banheiro feminino. Ou se olharem para um corte de cabelo um pouco mais curto e acharem que tem “boi na linha”. Ou verem você de calça por aí e acharem que você joga em outro time. Pode ser que você não atinja o patamar de feminilidade que essa turma espera e nem saiba. Vai deixar que os outros estabeleçam quem você deve ser para ser aceita?
Não precisa de roupa, de cabelo, ou qualquer coisa do tipo para saber quem é Homem ou Mulher… Você quer complicar uma coisa que “cientificamente” é tão básica…